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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Das teorias e músicas quase forjadas


Música é tipo assim meu ponto fraco! Escritas, nem se fala! Meu ouvido é meu guia e meu desertor, culpado! No entanto, digamos que, graças a Deus meu ouvido é apurado, porque fora isso, não me foi dado dom sequer além de apreciar a música. Não sei tocar nenhum instrumento e nem me arrisco em soltar a voz. Claro que os momentos nos karaokês da vida não entram nessa conta. 

Gosto dos mistérios das músicas (estou a cá falando de música, música)... Suas entrelinhas, aquilo que toca a gente de um jeito que só a gente sente e só a gente sabe como é!

Por isso, como não vivo de músicas, resta-me viver de teorias. Nossas teorias, às vezes ou quase sempre forjadas, nos ajudam na tentativa de nos convencer que estamos acima delas. Como se o problema nunca batesse a nossa porta. Doce ilusão a nossa! E assim, usamos o método da repetição para que tal fato seja assimilado como verdade... Tipo, você repete a canção mil vezes até aprender a letra. The last time I saw Richard não aprendi até hoje e olha que faz tempo. 

E por ai vamos tentando tentar... No entanto, a fuga covarde de não tentar jamais teria sido a melhor saída... Afinal, com as nossas teorias nos acertamos depois. Bom foi viver o agora, errar a música, cantar a letra, saborear, desejar, sentir, anyway. Bom foi a oportunidade.
De qualquer forma, solte som, ouça música, delicie-se!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

De algum jeito

Odeio algumas lágrimas que deviam ser invisíveis e não são. Ah, mas deixa elas ai. As vezes ele vem como a saudade, que pode aperta tanto o peito que faz derramar águas pelos olhos! Típico daquelas frases de caminhoneiro. Vi muitas assistindo ao filme maravilhoso, "A Beira do Caminho". Tipo "Quando não se tem nada, a metade é o dobro"... Uma película linda que me tocou demais.

Com uma trilha sonora de doer, daquelas dos boêmios românticos apaixonados e desgraçados (quem disse que seria para todo mundo um mar de rosa).  Deu só Roberto, na maioria das vezes... A história de um caminhoneiro que tenta fugir dos seus fantasmas que encontra a beira do caminho um menino que, ao contrário dele, tenta se encontrar consigo, com sua vida, com o pai que nunca conheceu. A relação entre eles é tão bonita! Vale a pena. Fez-me lembrar Benjamim (O Palhaço) e Gil (Midnight Paris), que ao contrário do retraído e econômico com as palavras e sorrisos, João, buscam o combustível que justifique sua vida sem graça. Gil e Benjamim acabam descobrindo na simplicidade de seus cotidianos, debaixo dos seus respectivos narizes, a fonte para continuar seguindo. É certo que para enxergar o que está na cara, suas fugas foram fundamentais.

João não quer se encontrar com ele, pelo contrário, quer fugir dele, a todo custo. Seu passado é torturador! E o pequeno Duda, otimista que é, só quer o aposto de João. E alegria do menino vai cativando o caminhoneiro aos poucos, até que temos um final feliz...

Nem vou falar do outro pano de fundo do filme... Que se desenvolve a partir de um triângulo amoroso.... Ative-me aos cenários do filme, a fuga de João e sua relação com Duda.

Meu foco foi aquele aquele cenário de estradas, postos de gasolinas, e cidades quase esquecidas, que me fez lembrar também das minhas aventuras (lê-se de trabalho e muito trabalho) que seguem no sentido Norte/Sul ou Sul/Norte da BR 153 que cruza o estado do Tocantins. Mas isto é assunto de outros posts.

No entanto, queria ter algo em comum com João, Duda, Gil e Benjamim, queria que nos filmes nos quais eles estrelam, o final pra mim também fosse feliz... De algum jeito!

Com colaborações!



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Comigo mesmo!


As vezes o corpo clama por reconhecimento, por percepção, sensação! Ele está cansado de ser superficial, de não ser ele! Quer descobrir-se e descobre-se, pode demorar, mas um dia você se vê frente a você mesmo... Em demasiado contentamento, afinal, você está com você mesmo... ... Como nunca estivera antes, como nunca lhe foi permitido estar... Tudo soa mais familiar! Tudo é tão prazeroso... Não sabia até então como era bom ser você mesmo ... E nesse momento, nada mais do que se passou parece ser verdade, como se tudo começasse a valer naquele exato segundo! Não que nada do que passou não tenha existido... Sim, existiu, ainda existe! Faz parte da sua história, do seu passado... algumas coisas você sonha em esquecer, outras sempre é bom lembrar... o fato é que existindo ou não, essas coisas passam a não ser verdade. Como explicarei??? Questiona-se, pelo menos! Nós entendemos!
Estive com ela esses dias, eu e eu mesmo! Estou apaixonado por mim, num complexo de narciso, sou feliz, sou triste, sou pensativo... Ando oscilando, ando na verdade vivendo! Seguramente, sem medidas, sabendo que a medida virá quando chegar a hora...

sábado, 14 de abril de 2012

A Bahia dos extremos

A Bahia é algo assim, um paradoxo constante... Salvador, principalmente... O Pelô especificamente... Nas terras soteropolitanas, os extremos sociais se encontram, ao mesmo tempo em que a cidade expele beleza, glamour e alegria, a pobreza nas ruas de Salvador é extrema, com crianças, jovens e adultos imersos na triste realidade das drogas, miséria e abandono...

Nesse espaço em que a história de escravidão é tão presente, faz-se ainda atual, por que não... Sinceramente, nunca tinha visto o vício de tão perto... Numa rua, Igrejas belíssimas, o comércio a todo vapor, turistas e mais turistas..  Na rua de baixo, o comércio é outro, tráfico e dependentes tentam alimenta a todo custo seu vício...

Mas, mesmo com toda essa realidade crua que vi, não deixei de aproveitar a Bahia, sem baianos, por incrível que pareça... Há poucos baianos no Pelô, os que por ali estão, normalmente são os trabalhadores e trabalhadoras, e os mendigos... Ao mesmo tempo em que há gente de todos os cantos do Brasil e do mundo!

Na ruas do Pelô, rodas de samba, capoeira, mulheres de tranças e dreads fazendo tranças e dreads em outras mulheres e homens... Artista anônimos, sambistas, cheios de axé, cheio de toda essa bagagem cultural da Bahia de todos os santos e santas...

Mas o fato é que, toda menina e menino baiano têm um jeito que Deus dá, como diria o também baiano Gilberto Gil... E tem também defeitos, que Deus e que Deus dá... Um povo alegre e marento, bonito e feio, calmo e estressado, ao extremo, coisas do tipo, 8 ou 80...

E assim foi a Bahia, Recife, São Luís, Ouro Preto, um misto de conhecimento e procura... Igrejas, janelas, esculturas... Praia, quando tem né, MG, por exemplo, nem rio rolou! E nessa ida eu vou, quer dizer, vamos... 
Queria um tiquinho do mundo,  mas descobri que mundo lá fora pulsa no meu Coração, e isso já basta... 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sobre aviõezinhos de papel e linhas tortas

Quem nunca brincou com aviõezinhos de papel? Só quem nunca foi criança... Algumas pessoas queriam fazer jatinhos, Boeings, naves espaciais e mal conseguiam dobrar aqueles papéis coloridos das aulas de educação artística... Seus aviõezinhos nunca voavam... Mas elas nunca desistiram de fazê-los...
Uma dessas era a pequena! Ela nunca levou jeito para nada manual, artístico... Seus cartões de natal, dia das mães, lembranças de páscoa sempre eram os piores... Aqueles que se destacavam nas exposições por serem os mais feios... Não levava jeito para a coisa... Gostava da época das bandeirolas, pois como não tinha jeito para mexer o corpo e balançar os quadris, adorava colar bandeirolas de todas as cores e formatos, e apreciar o balançar das bandeirinhas como se fosse seu, colorindo e animando as festas dos santos do mês junho... Era seu disfarce, sua forma de ser feliz!
Mesmo que seus aviõezinhos não voassem, não tinha problema... a mente da pequena voava por si só, sem precisar de instrumentos... Viajava até a Lua, trocava ideias com ela, chamava-a pelo nome, seu nome... E viajava... Viajava até onde sua imaginação desejasse voar... Só precisa de um sonho! Ela tinha vários... Ruim dizer tinha!... Mas?!
Mas nessa vida traçada em roteiro certo com linhas tortas, em que o traçado é seu, é dela... A vida te leva e você se deixa levar... Como naqueles cadernos de caligrafia que você preenche quando é criança para desenvolver sua coordenação motora, ou pelo menos tentar... As linhas estão lá, perfeitas... O roteiro está lá, basta copiá-lo, segui-lo... Mas você, de vez em quando pula linhas, começa de trás para frente, faz uma fileira, pula para outra, vacila, apaga, rabisca, volta para linha certa ou que pensa ser certa... E assim, tentado escrever certinho e reto, sem o auxílio do Microsoft Word, ela vai escrevendo a sua vida... Escrevendo do jeito que ela sabe escrever, do jeito que pode...
Escrever torto é errado? Escrever certo é certo? Ela acredita que nenhum nem outro... O importante é escrever e não deixar seu papel em branco... Com responsabilidade e clareza do que se escreve.... Até mesmo seu aviãozinho de papel precisa de cor e história, com erros e acertos...
E de vez em quando ele pousa onde menos se espera... Mesmo quando o roteiro era outro, e o plano não era aquele... Sua conexão não era aquela, mas a turbulência fez o aviãozinho pousar numa pista diferente da programada, mas que seria na verdade a pista que ele deveria pousar, contrariando a rota certa, ou que seria certa... Não poderia ser diferente...
E mesmo num bar estranho, com gente esquisita, libertários, visionários, otimistas, hipócritas e artistas, sem nenhuma dose de tequila, acontecem situações que ainda surpreendem... Aquelas coisas dos romances que se lia na infância, com situações mirabolantes!
Coisas que nem a biologia, a psicologia, a matemática e a geografia não conseguem explicar, talvez por que não tenham mesmo explicação... Num tempo e num espaço onde macacos nus e peludos confrontam as suas diferenças e acabam se esbarrando nas suas semelhanças... Num espaço onde a menina mulher lhe coloca frente a frente com a menina mulher que você foi... Num tempo em que seus aviõezinhos podiam levar para onde quisesse... Mas?!
Mas ainda podem! Ainda devem! E nessa prática constante de ser o que é, amargando e saboreando as dores e as delícias de ser você, enfrentamos essa selva de loucos cogumelos azuis, na batida perfeita, sem deixar a música parar... (mesmo que o texto tenha se perdido uma vez, por que o tal Microsoft Word não salvou)... Comece de novo, sempre!
Poderia ser um belo diário… Um diário de motocicleta…
mas, neste caso, seria um diário de aviõezinhos...

sexta-feira, 23 de março de 2012

As coisas do face! Que faz rir e chorar!

O facebook é multicor, multi sentimento. Hoje comecei o dia sorrindo com "Pra nossa alegria" ... Pela música, até mesmo pela alegria dos protagonistas do vídeo. Depois de sorrir, veio a indignação e tambem a solidariedade à jornalista Dani Braga, que devido a uma publicação na sua página PESSOAL do Facebook está tendo seu direito de liberdade de expressão cerceado, sofrendo acusações e ameaças... Dani, meu apoio a você! Em seguida, depois da alegria e indignação, veio o choque, a tristeza, ao ler o caso de Araguatins, quatro pessoas foram mortas e uma está ferida, vítimas de um parente (filho, neto, sobrinho)... é tão difícil manter-se otimista, mas a agente vai tentando...

quarta-feira, 7 de março de 2012

Que vem e vão!


Nós não conhecemos ninguém, pensamos que talvez a nós mesmos!

Quem sabe talvez! Forjamos que nós conhecemos ao mentir ao outro o que realmente somos!

Tem dores que vem e que ficam, enquanto outras passam como se nunca tivessem existido!

domingo, 20 de novembro de 2011

Como começamos! The Last Time I saw

Começamos em 09 de setembro de 2008, com o post “Pra começar – J. Mitchell”

Neste link aqui http://ennayadsol.blogspot.com/2008/09/pra-comear-j-mitchell.html

Hoje não sei por que e muito menos como, decidi ir ao início e procurar uma resposta! Ao inicio do Blog, ok!

Talvez porque nos últimos meses ando tímida com as palavras, talvez um tanto preguiçosa.

Na verdade, acredito que a inspiração tem feito faltado...

Algumas pessoas me cobraram postagens, outras, talvez como eu, esqueceram as minhas escritas.

Vai saber, quem sabe!

Eu não sei!

O que acontece é que hoje queria mesmo era desabafar, embora ainda não saiba exatamente o que... Comecei escrever solto, e me lembrar “The Last time I saw” ... Comecei a me lembrar da última vez em que vi algumas coisas, pessoas, e até sentimentos! Lembrar de "Uns dias"

Talvez por que eu procure ver as coisas como se fosse a última vez em que as visse!

Não, não! Ultimamente deixei passar algumas coisas.

De qualquer forma, me disse esses dias um amigo sobre mim

“A menina sem medo de ser feliz”

Continuo sendo essa menina, essa pequena, confesso! O medo quem sabe tenha ficado maior que outrora!

Mas uma coisa é certa, ainda vivo a busca pela felicidade...

Sem lindas mentiras, ou com lindas mentiras necessárias!

O fato é que meus olhos continuam cheios de lua, e quero acreditar que o destino dos românticos seja um destino feliz...


"Last time I saw Richard was Detroit in 68

And he told me all romantics meet the same fate

Someday, cynical and bitter and boring someone

In some dark cafe

You laugh, he said you think you're immune,

Go look at your eyes

They're full of moon"

J. Mitchell - The Last Time I Saw Richard

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Quase Chuva

Quase começou a chover, por pouco! Foi apenas um sinal de alegria boba, que vi passar tão rapidamente! Restou o calor, a febre, a temperatura! E ânsia para que chuva venha e dessa vez dure alguns minutos mais! E assim, sempre teimosas, vamos atravessar o quintal e ir para a casa da avó, num caminho curto no qual nos deliciamos simplesmente com as gotas de chuvas! Só isso, apenas isso!

Para variar, lembrei de Clarice!

"Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçosamente o caminho que tomei - e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove"

sábado, 8 de outubro de 2011

Saudades

Saudade.. saudade!
Dizem que esta é uma palavra tipicamente brasileira...
Afinal, ficamos nós condicionados a senti-la em demasiado!?
Sim, eu sinto! Demasiadamente!
Sinto saudades de tantas coisas, de tantas pessoas!
Sabe aquela saudade que aperta na hora que você vai dormir, só você o travesseiro e a saudade!
Pois é, essa está doída demais! Dói tanto, como se faltasse uma parte, um pedaço!
Daí, as imagens vêm no fragmento de sonhos e quando você acorda o lamento é tão grande!
Pois a saudade continua!
E como se o tempo ficasse cada mais longo, e os dias fossem como meses e os meses fossem como os anos.. E assim o tempo não passa! Mas, parece que para!
O que fazer? Existiria por assim dizer uma solução!?
Sim, não só existiria como existe!
Ficar perto, estar perto, sentir-se perto!
Sim, que fácil solução!
No entanto, não é tão fácil! Não ainda! Será! Sim será!
E, apesar da saudade, a certeza de que ela passará em breve motiva a pequena a persistir!
Afinal, quem disse que seria fácil?
Não ninguém disse! E ela sabe disso!
Sim ela sabe!
Ela sabe também que só se tem saudade do que se ama, do que se ama muito!
Por isso ficamos aqui, eu a pequena e saudade!





terça-feira, 9 de agosto de 2011

Nada será como antes!

Chega, com certeza, o fatal instante em que você precisa aceitar que o velho é velho e que nada será como antes, nem amanhã, nem depois!
Queria tentar preservar ao menos os sonhos de infância!
No entanto, as pessoas são falíveis, a começar por você mesma, falível e cheia de erros!
Pobres seres humanos somos nós!
O lance é que você deposita nos outros o que devia confiar somente a você!
É como se você colocasse créditos no celular do outro esperando que ele te ligasse, mas o send messages não é for you!
Ou se você guardasse os pães fresquinhos a espera da visita e o mofo os consumisse antes de qualquer manifestação!
Ou talvez você tenha um prazo de validade e o seu já venceu pra muita gente!
Afinal de que importa?
O fato é que não queria me importar mesmo! Porém, me importo e muito!
Um erro! Egoísmo? Penso que não! A não ser que você se comporte do mesmo jeito em relação ao outro! É um risco!
Assim, talvez, devo-me ater ao velho como recordações de outrora, boas ou ruins, e então seguir! pois nada será como antes.
Tentar esvaziar a mochila pesada que me impede de dar passos mais largos e seguros!
Que tal viver o real! Prestar atenção o real! Fantasiar demais pode ser perigo!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Eu tenho uma bolsa Loui Vuitton?!

Na verdade, eu AINDA não tenho uma bolsa Loui Vuitton, mas bem que podia ter, não é!
Mesmo que eu nunca tenha sido assim, digamos, ligada em moda, como algumas amigas, diga-se quem de nós não iria querer uma original Loui Vuitton.


Isso da bolsa, veio-me depois de assistir os dois filmes baseados na série (que foi baseada num livro) “Sex and the city”. Tudo dá certo para elas: Carrie Bradshaw, Charlotte York, Miranda Hobbes e Samantha Jones... Elas viajam, tem roupas lindas, carreiras, família, dinheiro e muito bom humor, além de uma amizade linda e comovente. É perfeito! Que grupo de amigas não quer viver um dia de "Sex and the city".


Tudo é construído para ser perfeito, para ser ambiente de sonho e desejos...
Não quero aqui tecer críticas sobre o filme, sobre as roupas, as atrizes, o consumo e o supérfluo, etc.

Queria dizer que achei tão legal o lance da amizade, dos finais felizes, da cumplicidade... Queria dizer que quero ir com as minhas amigas e meus amigos para Paris, New York, Palmas, Brejinho de Nazaré, Brasília, Belo Horizonte, Pirenópolis , anyway. Queria dizer, que em qualquer lugar será bom quando estamos com os nossos amigos...

Quanto a bolsa da Loui Vuitton?! Sim, nós queremos também!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Meia lua...

Observando o céu ontem à noite, fiquei, digamos, hipnotizada com a beleza da lua... Sua fase não era a CHEIA, nem estava totalmente redonda, imensa, iluminada. Era meia lua, lua e meia... Nada desses esteriótipos de beleza. Sem os atrativos digamos convencionais. E o céu, não estava estrelado, poucas estrelas por ali vagavam no infinito negro...

No entanto, estava tão lindo! Tão inspirador! Vivo! Pelo menos aos meus olhos... Afinal, para que buscar validação de outros olhos se esses não conseguirem compreender a plenitude da vida nos detalhes mais simples e corriqueiros? Melhor não! Por isso, ficamos cá, eu e a pequena, a observá-los. Sonhando e rezando, quem sabe, para que em algum lugar do mundo haja olhos assim, como sonha a pequena!

Bobos poetas aqueles que sempre desejam as noites de lua cheia e desprezam a beleza de todas as suas misteriosas fases



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Eis-me aqui!

Sinceramente, não sei por onde andamos esses dias...
Sei, que embora o pouco tempo, andei aprendendo muitas coisas.
Estou pedindo a Deus cada vez mais força e sabedoria.
Não sei ainda qual é o alvo, o ponto, o objetivo.
Preciso defini-los, não posso continuar atirando no escuro...
Por isso, cá estou de volta. E espero não sumir novamente.
Por isso, cá estamos: Eu e a Pequena...




segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Vamos pequena perceber a plenitude de nossa vida...

Ás vezes ficamos tão tristes (eu e a pequena) que nem mesmo o típico e amarelado sorriso conseguimos esbanjar. Há uma tristeza da alma e tão injusta, que não nos conforma apenas o fato de não querermos que ela exista.Afinal, ela é tão inútil, tão pobre, indesejada, indecente. Mas, vez ou outra, ela teima em existir.
No entanto, o que nos alivia em tudo isso é o fato de que a tal tristeza é tão efêmera e passageira! Cicatriza rápido, mesmo que logo logo teime em voltar.

Sabe por que isso acontece???
Nós sabemos!

O fato dela existir ou não, depende de nós. Da atenção que nós damos as coisas. Que damos a ela.


Se ficássemos a perder tempo com as razões de nossas tristezas seríamos a cada segundo mais triste. Mas, se ao contrário, ao senti-la bater em nossa porta, buscássemos imediatamente todos os motivos do mundo para sermos felizes, com certeza e sem dúvida, ela não teria força sequer de bater a porta.

E é isso que temos feito. Procurando todos os motivos do mundo para sermos felizes. Quer saber o que tem nos alegrado ultimamente:

Colo de mãe! Piada de irmão! Histórias da vó; Fé em Deus; Suco de cajá! Emails trocados com amigos e queridos distantes, mas que são tão presentes, que fica impossível de medir a distância, ou seja, são tão importantes e especiais; telefonemas e sms (torpedos), uns bobos, outros sumariamente importantes, nesse caso por serem sérios e não bobos, mas todos com igual valor; um bom filme ou um filme dublado; uma música estranha e uma já conhecida de longos anos aprendendo a letra; a dúvida e o medo de arriscar, afinal, isso é sim um bom sinal, prova que a vida é feita de escolhas; três cervejas no bar da quadra com remakes da outra nostálgica praça; a saudade de pessoas especiais e a dúvida de ser ou não especiais para elas; uma nova aquisição; um novo sonho; um novo desafio; os velhos desafios e os velhos sonhos; um abraço, demorado ou rápido; a vida em sua essência; a natureza; as pessoas...

Viu só! Tantos motivos pra ser feliz... Sendo assim e assim sendo, para que cultivar uma tristeza que não é sua... ????

Vamos pequena perceber a plenitude de nossa vida...

Viva a alegria que é nossa!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Chuva!

Quando vejo a rua alagada, ônibus atrasados, e percebo que estou sem guarda chuva, tenho plena convicção, certeza, de que um dia colherei bons frutos...
Toda dificuldade e sacríficio haverá de ter retorno.
E com certeza, o momento não tardará

Amém...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Tens me feito tanta falta!

A Pequena tem me feito tanto falta... Por mais que a procure, grite, berre, ela não responde... Por onde andará:?? Por que me deixa sofrer tanto nessa angustia de não saber o que fazer e muito menos onde procurar...

Não consegui decifrar qual o momento exato em que ela me deixou... Talvez não tenha sido de uma vez, aos poucos, quem sabe, sutilmente... Ao longo de dias, meses e anos...
Junto com ela, levou ainda minha inspiração, ‘suspiração’, transpiração, emoção. Parece-me que levou tudo... E tem me feito tanto falta, tanta falta, tanta falta...

Pior, parece que levou consigo, ainda mais, minha capacidade de indignação e raiva com o que está errado... As coisas parecem cômodas a cada dia, sem contestação, sem cor...
Entende! Ela talvez seja o melhor de mim... Sem medo, preconceitos e com muita coragem... Muita coragem mesmo!

Dilema, quem sabe... Mas entenda que a Pequena é travessa! É sorridente! Faladeira! Animada! Divertida! Deslumbrada! Iludida! Ingênua! Feliz...

O que me assusta é que ela nunca sumiu por tanto tempo... Será que me abandonou de vez. Prefiro não pensar assim! Mas, por acaso, alguém a viu por ai, a dançar pelas ruas, correndo e cantando, sem preocupação! Com um sorriso de canto a outro...

Hein? Hein? Hein?

Espero que ela esteja dando uma daquelas voltinhas! E ao retornar, esteja cheia das histórias mais divertidas para me contar e me fazer sonhar.

"Minha mente nem sempre tão lúcida é fértil e me deu a voz!
Minha mente nem sempre tão lúcida fez ela se afastar!
Mas ela vai voltar...."

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A gente trabalha e tb se diverte

Sim, isso mesmo...
A gente trabalha, mas a gente também se diverte...
Já que é pra fazer, façamos bem feito...
E façamos assim de tudo, mas façamos BEM...
E por que não, FELIZ! Ao menos um tiquinho!


Um tiquinho artista!

Um tiquinho Jornalista


Um tiquinho cansada


Vamos passar o som


Um tiquinho secretária


Mural de recados

Uma pausa na cachoeira


Uma pausa pro São João




É preciso tb ser modelo




Descobrir qual é caixa?


Mudar o plano de fundo do desktop


Ser papai noel



Brincar com o Lugo




Combater incêndios



Fazer os outros sorrir


Ser maestro


Ser artista


Ser Feliz



Ufa! E o "pior" ou "melhor" é que ainda tem mais coisa!