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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Foi assim como ver o mar!



Hoje faz um ano! Sim um ano depois!!!
Do dia em que viu o mar pela primeira vez...
Pena q ele não era azul... mas quem se importa... nesse caso, não menos seria a pequena.
Seus tons eram marrons, mas sua intensidade era intuitivamente selvagem...
Vendo aquela imensidão, sentiu-se pequena, mínima, no entanto, mesmo isso não a fez sentir-se nula, mas sim um graozinho de areia, que por alguns segundos fazia parte de tudo aquilo!
Naquele momento de introspecção, viu-se dentro si e teve a certeza da imensidão do mundo, de como é grande e de que a espera em algum lugar...
Jogou-se! Sim... Como repetem seus amigos: se joga!
Mas por enquanto, naquele instante, jogou-se apenas no mar...
Naquele mar, por sua vez, deixou o anel de tucum q a acompanhava por dois anos...
Pegadas na areia, seu sorriso demente e dois nomes escritos na areia, como aqueles de finais felizes de novela da oito (apenas)...
Hj um ano depois, ela sentiu saudade não apenas do mar e de toda coragem q teve durante aquela viagem, mas de toda coragem q teve na vida, da força e das decisões que tomou... Essa saudade já a atormenta a algum tempo...
No entanto, a controversa e esquisita tem a certeza q sua essência é a mesma, e sendo ela mesma ela própria, a força de que precisa somente ela sabe onde encontrar...
Neste abril, que ao contrário do passado não parece dezembro de um ano dourado, muitas coisas fazem aniversário de um ano... O Mar, o Rio, O taxista, o Reviver, os Olhos! Lembra-se de tudo, um ano depois!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O rubro negro é ÉQUIÇÁ!!

Nessas horas sei que o time dos sem time vão para o lado de quem está ganhando...
E foi o que aconteceu ontem...
COm a vitória do flamengo (Lê-se: meu time do coração desde que eu me entendo por gente), não tinha ninguém para dar uma caroninha nem ao menos depois do jogo. No orkut, msn, twitter, televisão, enfim, em todo lugar o vermelho e o preto eram predominantes...

Fora o fato da carona e de eu não ter ido comemorar, posso afirmar: SOU CAMPEÃ BRASILEIRA>>> huhuhuhuhuhu

Sei que muito mais feliz do que eu, está meu irmão, fã de carteirinha, chega a ser fanático... Mas a culpa de tudo, foi de uma certa irmã, que desde os dois anos de idade apresentou o time rubro-negro ao garoto, que desde essa epoca guarda a camisa do flamengo, já na hora de trocar que ganhou da maninha...

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O taxista, o rio e Copacabana!

Não sabe, por assim dizer, como coisas desse jeito acontecem com ela. Questiona-se! Pergunta-se! Contudo, infelizmente ou felizmente não encontra resposta! E desse jeito, vai-se, levando a vida, sem medo! Arriscando-se, arrependendo-se, vivendo!
O Rio não estava com os seus 40°, aliás, ainda bem que usava um casaco de linha marrom escuro, lenço, cabelos soltos. Pela primeira vez ali, a sensação que tivera fora que - sua câmera estava sem pilhas - patético, afinal, do que adiantaria estar no Rio sem pilhas para fotografar. No entanto, conformou-se! Era impossível chegar à "Princesinha do Mar", tinha apenas as duas horas e meia de sua conexão, só mesmo um milagre. Contentou-se, a princípio com algumas miniaturas de embarcações que vira mais adiante. Sentou por ali mesmo, no saguão do aeroporto, no chão, próximo a uma coluna onde havia uma tomada. Colocou as pilhas para carregar (pilhas em digital, ninguém merece) ao menos um "tiquinho" para fotografar a exposição. Ao chegar mais perto da exposição trocou algumas palavras com um homem que por ali estava. Conversaram um pouco, até que disse ao moço "como seria feliz se conhecesse Copacabana". Imediatamente o moço questionou e convidou: - Quer conhecer Copacabana, levo você lá! Perguntou se daria tempo! - Claro que sim, respondeu. Arriscou, aliás, não poderia perder essa oportunidade. E foram. “ELA”, o taxista e o Rio. Viu um pouco do Rio de dentro do táxi, estava tão perto, ao mesmo tempo tão longe.

Complexo do Alemão, Pão de Açucar, Corcovado, Igreja da Penha, Maracanã, Palácio do Catete e Guanabara, Teatro Municipal, Igreja da Candelária, Baia de Guanabara, Praia do Flamengo, Bairro das Laranjeiras (que satisfeito sorri quando chego ali) entre outros pontos. Só conseguia fotografar placas (conseguiu comprar pilhas no Bairro das Laranjeiras)

Enfim, em Copacabana! Que efêmera passagem, um pé lá e outro cá, por sorte, a sertaneja deslumbrada não teria uma "hora da estrela", contudo não se lembrava da marca do carro. Por pouco e ainda intacta, viu a praia, a Princesinha do Mar. Tirou uma foto e pronto. Tinha que voltar. Já estava no famoso dead line, como dizem os jornalistas. E seguiu, no caminho de volta. Que taxista gente boa, guarda consigo e tem rezado por ele! E seguiu, de caminho de volta. Que taxista gente boa! Quem poderia imaginar que foi assim a rápida ida ao Rio de Janeiro.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Formatura

Muitos foram os percalços, dificuldades, aprendizagens e conhecimentos, no entanto, chegar aqui, faz-me ter certeza de que valeram todos os esforços. É chegada a hora...

16 de fevereiro de 2009



Criação: Thiago Carneiro

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Estrada

"Você não sabe o quanto eu caminhei

Prá chegar até aqui; Percorri milhas e milhas

Antes de dormir; Eu nem cochilei

Os mais belos montes, escalei

Nas noites escuras de frio chorei, ei , ei

Ei! Ei! Ei! Ei! Ei!...

Meu caminho só meu pai; Pode mudar

Meu caminho só meu pai; Meu caminho só meu pai"...

(Composição: Toni Garrido / Lazão / Da Gama / Bino)


O quanto caminhou? Nossa, chegar até aqui, foi uma vitória incontestável...

No entanto, não vai tomar tempo a escrever sobre as dificuldades, que não foram poucas,

Afinal, o momento agora é de alegria... As milhas que andou, os montes, nem tão belos que escalou e a inúmeras noites de frio em que chorou, incansavelmente...

Tudo valeu a pena... Agora, existem novos montes para escalar e muitas milhas a percorrer.

Acredita que há muito para agradecer... A todos que contribuíram sempre, e aqueles que torceram pelo fracasso, mas que somente fazia-a querer progredir mais.

Logo, seu caminho, só o Pai pode mudar... Juntos em todo o caminho, a guia-la, como sempre fez.

À pequena travessa, valeu a pena, “caçadora de ilusões”