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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Comigo mesmo!


As vezes o corpo clama por reconhecimento, por percepção, sensação! Ele está cansado de ser superficial, de não ser ele! Quer descobrir-se e descobre-se, pode demorar, mas um dia você se vê frente a você mesmo... Em demasiado contentamento, afinal, você está com você mesmo... ... Como nunca estivera antes, como nunca lhe foi permitido estar... Tudo soa mais familiar! Tudo é tão prazeroso... Não sabia até então como era bom ser você mesmo ... E nesse momento, nada mais do que se passou parece ser verdade, como se tudo começasse a valer naquele exato segundo! Não que nada do que passou não tenha existido... Sim, existiu, ainda existe! Faz parte da sua história, do seu passado... algumas coisas você sonha em esquecer, outras sempre é bom lembrar... o fato é que existindo ou não, essas coisas passam a não ser verdade. Como explicarei??? Questiona-se, pelo menos! Nós entendemos!
Estive com ela esses dias, eu e eu mesmo! Estou apaixonado por mim, num complexo de narciso, sou feliz, sou triste, sou pensativo... Ando oscilando, ando na verdade vivendo! Seguramente, sem medidas, sabendo que a medida virá quando chegar a hora...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ei... Desculpa aê.

Sou assim louca mesmo, falo dormindo, e sonho...
Sou medrosa e corajosa ao mesmo tempo...
Um paradoxo vivo do ser humano...
Te amo e te odeio no mesmo minuto...
Sou instável por natureza...
Vivo uma TPM biológica e outra profissional...
Vivo a intensidade de um sorriso e a emoção de um choro desesperado...
Mas tudo isso me dá a certeza de estar viva..
Afinal de contas não sei como cheguei nessas palavras...
Seria apenas uma tentativa de pedir de desculpas...
Acabou virando versos soltos, porém tenha a certeza de que são sinceros...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Seria culpa das mechas, vai saber!

Seria as lágrimas noturnas o motivo dos olhos inchados e tensos da pequena. Talvez a insônia que a incomodava, vez em quando. Vai saber. A realidade era que estava com cara de poucos amigos! Coisa difícil de se ver, não pestanejou e retrucou enraivecida que a culpa era das mechas loiras e mal pintadas. “O fim de um sonho”... Mechas manchadas, questionava? Sim, isso mesmo, teimava. Mas me diga, a finalidade das mechas não seria manchar, literalmente, os cabelos? Vai entender.

Penso que havia muito mais naquela agonia do que apenas os cachos maltrapilhos que a pequena esbanjava naquela manhã. Faltava quem sabe a segurança da mulher, que muitos desacreditavam existir, pois teimavam em afirmar que a pequena não passava de uma menina grande apenas. Talvez isso a estivesse incomodando também. Um palpite.

Contudo, afirmo sem titubear que a pequena, apesar da estatura, teria, quem sabe, uma maturidade prematura tão aguçada que as vezes incomodava ser tão responsável. Por isso, não demorava batia a tal “porralouca” e ela estampava seus defeitos, medos e fraquezas para quem quisesse ver, como cantava o tal poeta “não sou perfeito”. Cantava aos quatro cantos.

Aliás, que perfeição é essa que muita gente procura por ai... O bom da vida são as descobertas, o amadurecimento, a continuidade da vida, aprender a cada dia e ser feliz.


FELIZ FELIZ FELIZ :) :) :) :)


Errar?? E por que não errar??? Erramos sim, e erramos muito... Todos os dias... Assim como aprendemos! É preciso ter a chance de aprender também... Assim como ter a chance de fazer certo... Temos o direito de errar e de ter também uma segunda chance. De tentar mais uma vez e quantas vezes for preciso.

Cada ser é único, não é igual... E nem adianta pensar que será igual. Poderá haver semelhanças! É o que digo pra pequena: as mechas são diferentes, cada uma com seu tom mais ou menos amarelo. As pessoas são diferentes, cada uma com seus defeitos e qualidades.

De qualquer forma, enquanto cá estou a confortar a pequena, releio esse texto em meio aos nexos e antinexos , procurando entender porque comecei a escrever. Uma coisa é certa: Saudades de escrever... Como sabe, uma das coisas que me dá prazer de fato é escrever solto, sem medo. Escrever o que vier na cabeça.

Como agora, quando me lembro da profundidade de um abraço e procuro uma continuidade para fechar esse texto. Talvez escreva sobre esse abraço um dia, sobre algumas sensações que me alertam pro novo velho, e despertam pra outras sem explicação. Escreverei, é fato, quando os pensamentos cá estiverem no seu devido lugar e eu puder voltar de fato.

Quanto às mechas manchadas da pequena, dá – se um jeito. Afinal, o sonho não acabou, ainda tem pão doce... Vamos nessa que Paris é logo ali...

terça-feira, 13 de julho de 2010

Um olhar, uma decepção e uma certeza!

Sim, sou fã dos clichês. Mas tem um que é campeão: "Um olhar vale mais que mil palavras"

Me disseram isso ontem! Fiquei pensando, dormi pensando. Adorei ouvir!

Sim, um olhar vale sim mais que mil palavras... Diz tanta coisa! Já me disse tantas vezes o que vinha da alma, de dentro do coração.

E me disse tantas vezes que eu não podia confiar, despertando um sexto sentido que ás vezes me assusta, por jamais ter falhado. Me disse várias vezes para confiar. Orientou em decisões! Indicou a dor, a alegria, o medo, a força, a fé.

Sim, meu fraco são os olhos! As tais janelinhas da alma. O tal olhar!

Gosto de acreditar nas pessoas! Me faz tão bem!

Mas tipo, tem gente que está perto todos os dias, te chama de amigo, diz que te ama, mas não perde também a chance de te passar a perna. Sinceramente, não consigo acreditar que existam pessoas assim. E por duvidar sempre, sempre quebro a cara e caio na mesma cilada.

Por que será que é tão difícil acreditar que o ser humano possa ser tão terrível, dissimulado, enganador..Queria tanto acreditar nas pessoas! Mas apesar de todas as contínuas decepções, nunca desacreditei! Melhor sermos como somos mesmo...

Sou assim, desse jeito assim! E por mais que me agridam, me caluniem, me enganem, finjam, dissimulem, façam o que for, não vou desistir... Sei, tenho certeza, que sou mais forte que tudo isso.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A Segunda, o compromisso e as sensações

Segunda feira - dia bom!
Dia de começar a dieta;
De começar propósitos;
De moleza no trabalho ou não!
Nessa, em especial, dia de tomar decisões!
Quiçá sejam sólidas e duradouras;
Que sejam minhas, e assim sendo possa defendê-las de tudo e de todos!
Fico a pensar como estamos rodeados de pessoas que parecem imãs nos puxando para baixo.
Não sei se por burrice nata ou falta de amor próprio insistimos em afastar quem nos ama de verdade para viver a euforia das más companhias...
Pior de tudo é saber de tudo isso...
E sabendo como somos burros, insistimos diariamente na mesma burrice!
Mas confesso: é tão difícil dizer não!
Tão mais fácil dizer sim!
É mais fácil e mais covarde!
Aliás, a covardia, por si só, pode ser mais fácil...
Já a coragem, essa sim, exige mais! É verdadeira, necessária e cara...
Hoje, segunda feira, não me importa o dia ou ano, me importa este minuto!
Essa sensação de começar um compromisso que não vou quebrar nem na quarta nem na sexta!
A quem eu amo e me ama de verdade!
A quem eu respeito e me respeita!
A quem saudades verdadeiras eu sinto e de mim sente!
A quem sensação dos momentos compartilhados é única para ambos!
A quem Deus nos presenteou como família e a eles fomos dados!
A quem escolhemos como família e a nós escolheu!
Aos amores que tive aos que me tiveram como amor.

Devoto-lhes meu sorriso cansado e amarelado dos anos!
Sincero como o de uma criança!
Cansado como o de um adulto!
Vivo como um de jovem!
Experiente como de um velho sábio!

Nessa segunda, escolhi escrever frases soltas, sem nexos, na maioria das vezes, em prosas e alguns parágrafos, em versos e suas estrofes e com todo o meu sentimento.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Fica assim sem entender as coisas!

Sentada e imóvel, ficou a observar o céu daquela terra sem dono e sem defensor... Esteve, por assim dizer, pensativa! Uma fugitiva dos arcabouços da terra. A pequena estrela solitária que conhecia também não conseguia mais fazê-la crer nas soluções pueris... Eram vagas para ela agora!

Distante do mundo e de si mesmo - o que é pior q tudo - permaneceu imóvel, sem ação, movimento, pensamento...

E tamanha nulidade é o que mais a incomodava... No entanto, o fato de incomodar-se ainda a fazia feliz. E por mais e mais tempo ali, vendo os transeuntes dementes vagar pelas ruas, vendo aquela praça habitada pelos tais que às vezes nada tem além daquilo, vendo o tamanho de sua impossibilidade diante tudo, buscava um acréscimo de estima...

Logo, decidiu levantar-se! Sacudiu a areia do parque que incomodava seus pés... Ajeitou as mangas do casaco, abriu bem os braços e os esticou, talvez quisesse tocar o céu... Em seguida, cumprimentou os transeuntes dementes da praça e sentiu mais uma vez seu corpo... Sim, ele não estava totalmente imóvel... Ele funcionava bem, talvez muito melhor como antes... O que dificultava o contentamento era a imobilidade de suas ações, de sua vontade e de seu comprometimento...

Aquela sensação nata de desorganização, de que falta algo... De que faltam cúmplices, de que faltam certezas.. Não consegue encontrar caminhos para o equilíbrio, para a concentração de outrora e não consegue identificar o porquê!

Por isso, explode em frases soltas, mirradas e indefinidas...
E por isso, fica assim sem entender as coisas...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Estou a cá, com minhas utopias!!! (talvez nem tanto utópicas)

Qualidade de Vida, Responsabilidade Social, Equidade de Gênero e Diversidade; Geraçao de Emprego e Renda; Educação e Cultura!

Critérios que uma empresa tem que ter pra ser socialmente responsável e sustentável!

Estes seriam programas excepcionais, se funcionassem é claro! Se fossem eficazes!
Por isso, estou a estudar sobre políticas públicas! Tipo, cansei de elefantes brancos, anti sociais, excludentes, tendenciosos e omissos!

Ficaria tão feliz se fossem eficazes... Queria poder fazer alguma coisa..

Queria q as conferências, conselhos, segurança pública, e etc funcionassem...

Quero gestores compromissados, íntegros e responsáveis...

Quero seres que sejam humanos...

Quero mudar o mundo!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

das mudanças

Estive pensando em apostar em textos mais fictícios!
Analisei e percebi que tenho me exposto demais por aqui, antes como "pequena", em terceira pessoa, com um quê de imparcialidade e proteção...
Agora comigo mesmo, em primeira pessoa, falando das coisas que vi, senti, em uns dias por dia...
Confesso -- é uma confissão--- não de culpa -- quem sabe de renúncia --- mudança -- epifania... Sei lá!

Àqueles que como eu viajam em letras musicais, coisas de poetas ou metidos a poeta (meu caso), que respiram palavras mais que sons, entrelinhas mais que arranjos...
Com certeza não estou só... Minha explicação!

Por enquanto, essa ausência, de mim, das palavras, dos posts, resume-se na indecisão: ou pela poesia, mas que continuaria sendo explicitamente em mim, ou pelo conto, quem sabe crônica sociais, jornalisticas.

Mas confesso, ainda me encanta mais o cotidiano e suas surpresas...

Por enquanto, estou a decidir!!!