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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Morena Branca



Cadê, Cadê, Cadê! --- Mundo mudando e girando! Cadê Pequena, Cadê Morena Branca???
Um tipo de som que estava precisando ouvir!

Morena Branca

Gisele de Santi

Cadê menina solta, de cabelo solto, de idéias a toas e boas?
Cadê morena branca, de bandeira branca, sem brigar consigo?
Cadê a moça solta, de sorriso solto, de pestana viva e sincera?
Cadê os olhos negros de perder o medo da paixão platônica?
Deixa a maré te levar morena
Deixa a poeira baixar
Você vai rir de você morena, quando esta onda passar
Deixa a maré te lavar morena
Deixa o tempo chegar
Deixa eu servir desse dia em cada momento,no seu lugar
Eeee morena branca
Troca teus planos, larga teus panos e vem terminar
Num outro lugar teus pés pisar
Morena branca
Deixa os enganos de todos os anos e saia a pescar
Teus sonhos e tudo que der pra fisgar
Aaee aaaaaa...
Cadê menina solta, de cabelo solto, de idéias a toas e boas?
Cadê morena branca, de bandeira branca, sem brigar consigo?
Cadê a moça solta, de sorriso solto, de pestana viva e sincera?
Cadê os olhos negros de perder o medo da paixão platônica?
Deixa a maré te levar morena
Deixa a poeira baixar
Você vai rir de você morena, quando esta onda passar
Deixa a maré te lavar morena
Deixa o tempo chegar
Deixa eu servir desse dia em cada momento,no seu lugar
Eeee morena branca
Troca teus planos, larga teus panos e vem terminar
Num outro lugar teus pés pisar
Morena branca
Deixa os enganos de todos os anos e saia a pescar
Teus sonhos e tudo que der pra fisgar
Morena branca
Troca teus planos, larga teus panos e vem terminar
Num outro lugar teus pés pisar
Morena branca
Deixa os enganos de todos os anos e saia a pescar
Teus sonhos e tudo que der pra fisgar
Aaaeee aaaaa...
Cadê morena branca?

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sobre aviõezinhos de papel e linhas tortas

Quem nunca brincou com aviõezinhos de papel? Só quem nunca foi criança... Algumas pessoas queriam fazer jatinhos, Boeings, naves espaciais e mal conseguiam dobrar aqueles papéis coloridos das aulas de educação artística... Seus aviõezinhos nunca voavam... Mas elas nunca desistiram de fazê-los...
Uma dessas era a pequena! Ela nunca levou jeito para nada manual, artístico... Seus cartões de natal, dia das mães, lembranças de páscoa sempre eram os piores... Aqueles que se destacavam nas exposições por serem os mais feios... Não levava jeito para a coisa... Gostava da época das bandeirolas, pois como não tinha jeito para mexer o corpo e balançar os quadris, adorava colar bandeirolas de todas as cores e formatos, e apreciar o balançar das bandeirinhas como se fosse seu, colorindo e animando as festas dos santos do mês junho... Era seu disfarce, sua forma de ser feliz!
Mesmo que seus aviõezinhos não voassem, não tinha problema... a mente da pequena voava por si só, sem precisar de instrumentos... Viajava até a Lua, trocava ideias com ela, chamava-a pelo nome, seu nome... E viajava... Viajava até onde sua imaginação desejasse voar... Só precisa de um sonho! Ela tinha vários... Ruim dizer tinha!... Mas?!
Mas nessa vida traçada em roteiro certo com linhas tortas, em que o traçado é seu, é dela... A vida te leva e você se deixa levar... Como naqueles cadernos de caligrafia que você preenche quando é criança para desenvolver sua coordenação motora, ou pelo menos tentar... As linhas estão lá, perfeitas... O roteiro está lá, basta copiá-lo, segui-lo... Mas você, de vez em quando pula linhas, começa de trás para frente, faz uma fileira, pula para outra, vacila, apaga, rabisca, volta para linha certa ou que pensa ser certa... E assim, tentado escrever certinho e reto, sem o auxílio do Microsoft Word, ela vai escrevendo a sua vida... Escrevendo do jeito que ela sabe escrever, do jeito que pode...
Escrever torto é errado? Escrever certo é certo? Ela acredita que nenhum nem outro... O importante é escrever e não deixar seu papel em branco... Com responsabilidade e clareza do que se escreve.... Até mesmo seu aviãozinho de papel precisa de cor e história, com erros e acertos...
E de vez em quando ele pousa onde menos se espera... Mesmo quando o roteiro era outro, e o plano não era aquele... Sua conexão não era aquela, mas a turbulência fez o aviãozinho pousar numa pista diferente da programada, mas que seria na verdade a pista que ele deveria pousar, contrariando a rota certa, ou que seria certa... Não poderia ser diferente...
E mesmo num bar estranho, com gente esquisita, libertários, visionários, otimistas, hipócritas e artistas, sem nenhuma dose de tequila, acontecem situações que ainda surpreendem... Aquelas coisas dos romances que se lia na infância, com situações mirabolantes!
Coisas que nem a biologia, a psicologia, a matemática e a geografia não conseguem explicar, talvez por que não tenham mesmo explicação... Num tempo e num espaço onde macacos nus e peludos confrontam as suas diferenças e acabam se esbarrando nas suas semelhanças... Num espaço onde a menina mulher lhe coloca frente a frente com a menina mulher que você foi... Num tempo em que seus aviõezinhos podiam levar para onde quisesse... Mas?!
Mas ainda podem! Ainda devem! E nessa prática constante de ser o que é, amargando e saboreando as dores e as delícias de ser você, enfrentamos essa selva de loucos cogumelos azuis, na batida perfeita, sem deixar a música parar... (mesmo que o texto tenha se perdido uma vez, por que o tal Microsoft Word não salvou)... Comece de novo, sempre!
Poderia ser um belo diário… Um diário de motocicleta…
mas, neste caso, seria um diário de aviõezinhos...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Que seja já!

Dilemas e mais dilemas... Esses parecem que me amam! Ou como disse sir narigudo: "Os dilemas existem por que alimentamos" ... Se for isso, os meus estão de barriga cheia. Sou daquelas aquarianas nativas, amante da liberdade, ao mesmo que emocionalmente emotiva ao extremo (isso mesmo a intenção é exagerar).... Tenho mania plena de sofrer por antecipação!
Sabe quando vc quer muito, mas muito, muitíssimo uma coisa... Mas não sabe o que fazer para conseguir, pois não depende de você. Ou vc tem medo de tentar, com medo de perder de vez?!
Nessa hora, a destemida aquariana, deixa falar mais alto as emoções e a negatividade. Meldels.

É sina... És uma sina Severina... Desses que estremece, pira e alucina...

Mas não é apenas uma rima!

Ou coisa de menina

Que Sonha e fantasia, em busca de estima...

De qualquer forma, seja em verso ou em prosa, ei de um dia me desvencilhar desse medo.
Quiçá que seja logo, em breve e já!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Valioso Tempo dos Maduros (Por Mário de Andrade)

O Valioso Tempo dos Maduros
Um texto de Mário de Andrade

"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade…

Só há que caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena.

E para mim, basta o essencial!"

Enquanto a pequena está, digamos de féria, estou na busca dela de volta... E nisso, sigo lendo versos brilhantes como esse de Mário de Andrade...
E esse sim o meu desejo: o essencial, o simples! Pessoas e sentimentos de verdade!
E isso custa tão caro, ou melhor, é tão raro...
Estive lendo num blog, dias desses, sobre um moço que leiloava seu coração... O moço (amigo da blogueira que narrava a história) só queria encontrar seu verdadeiro amor e pedia coisas tão simples em troca, mas tão raras, por sinal. Do tipo, "um olhar sorridente, colo, beijos de olhos abertos, mãos dadas", etc...
Depois de ler isso, mas uma vez concluir, que precisamos de coisas tão simples para sermos felizes, mas somos nós que complicamos as coisas! Complicamos a vida!

OBS: Não que eu esteja leiolando meu coração ou coisa do tipo, okay.

Viu como a gente complica as coisas...
(risos)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Quero "La vie en Rose"

Seria pedir muito, querer A vida Cor de Rosa... Como canta Piaf em "La vie en Rose"....

Quero olhos que fazem baixar os meus, dos quais os sorrisos se perdem em sua boca.

Veria uma vida cor de rosa, quando sussurasse baixinho.
Palavras de amor ou palavras de todos os dias.

E em noites que não acabam mais
Nas quais grande felicidade tomaria o lugar dos aborrecimentos e todas as tristezas se apagariam...

Ser feliz!
Feliz, feliz até morrer

(Brincando ao som de Edith Piaf, emociante interprete, de cuja letra desconheço a autoria)

La vie en Rose

Des yeux qui font baiser les miens,
Un rire qui se perd sur sa bouche,
Voilà le portrait sans retouche
De l'homme auquel j'appartiens

[Refrain]
Quand il me prend dans ses bras
Il me parle tout bas,
Je vois la vie en rose.
Il me dit des mots d'amour,
Des mots de tous les jours,
Et ça m'fait quelque chose.
Il est entré dans mon coeur
Une part de bonheur
Dont je connais la cause.
C'est lui pour moi,
Moi pour lui dans la vie,
Il me l'a dit, l'a juré
Pour la vie.
Et dès que je l'apercois
Alors je sens en moi
Mon coeur qui bat

Des nuits d'amour à plus finir
Un grand bonheur qui prend sa place
Des ennuis des chagrins s'effacent
Heureux, heureux à en mourir.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Um olhar, uma decepção e uma certeza!

Sim, sou fã dos clichês. Mas tem um que é campeão: "Um olhar vale mais que mil palavras"

Me disseram isso ontem! Fiquei pensando, dormi pensando. Adorei ouvir!

Sim, um olhar vale sim mais que mil palavras... Diz tanta coisa! Já me disse tantas vezes o que vinha da alma, de dentro do coração.

E me disse tantas vezes que eu não podia confiar, despertando um sexto sentido que ás vezes me assusta, por jamais ter falhado. Me disse várias vezes para confiar. Orientou em decisões! Indicou a dor, a alegria, o medo, a força, a fé.

Sim, meu fraco são os olhos! As tais janelinhas da alma. O tal olhar!

Gosto de acreditar nas pessoas! Me faz tão bem!

Mas tipo, tem gente que está perto todos os dias, te chama de amigo, diz que te ama, mas não perde também a chance de te passar a perna. Sinceramente, não consigo acreditar que existam pessoas assim. E por duvidar sempre, sempre quebro a cara e caio na mesma cilada.

Por que será que é tão difícil acreditar que o ser humano possa ser tão terrível, dissimulado, enganador..Queria tanto acreditar nas pessoas! Mas apesar de todas as contínuas decepções, nunca desacreditei! Melhor sermos como somos mesmo...

Sou assim, desse jeito assim! E por mais que me agridam, me caluniem, me enganem, finjam, dissimulem, façam o que for, não vou desistir... Sei, tenho certeza, que sou mais forte que tudo isso.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sabe os tais olhos? Sim sim, eles já eram!
Já entendi tudo! Bom entender das coisas!

sábado, 29 de maio de 2010

Existem uns olhos, q vez ou outra, por ai e por aqui vejo, que sinto que poderão começar a me incomodar! Se ruim ou bom não sei... Também não quero pensar nisso agora...