Ops... Estive fora uns dias...
Fui desbravar, mais uma vez, lá pras bandas do Maranhão... Fui à Ilha, do amor, da amizade e do reggae, mas nesse caso, incluiria do São João...
Cor, magia, religiosidade, representatividade cultural, luz, calor, remelexo e tudo que se tem direito nas apresentações dos bois, tambores e cacuriás....
Como não sou de perder tempo, tratei de aprender os passos, ou pelo menos tentar, e cai na dança sem hesitar...
De fato, o gingado que eu não tinha, as maranhenses em suas saias rodadas retinham... só pra elas, em egoísmo nato e bonito...
O tambor da Crioula eu não achei, mas as crioulas cacuriando isso sim eu vi... e talvez vi até demais...
As sensações novas, num lugar que outrora conheci, mas que vi agora com olhos apurados, percepções ainda mais saudosas e românticas... Naquelas ruas, em seus azulejos coloniais, das pessoas, guardo aqui minhas emoções...
Trago comigo as amizades que fiz, o som que dancei, os hippies que conheci, os conceitos que aprendi, o mar, e tudo mais que a Ilha pôde me dar....
Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 23 de junho de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Súcia ou sussia - suça!
Assistam o vídeo caseiro, sobre Súcia Dança Quilombola!
http://www.youtube.com/watch?v=zagnz6U7VXU
“[…] o valor do popular não reside em sua autenticidade ou em sua beleza, mas sim em sua representatividade sociocultural, em sua capacidade de materializar e de expressar o modo de viver e pensar das classes subalternas, as formas como sobrevivem e as estratégias através das quais filtram, reorganizam o que vem da cultura hegemônica, e o integram e fundem com o que vem de sua memória histórica. Jesus Martín-Barbero em “Dos meios às mediações”.
http://www.youtube.com/watch?v=zagnz6U7VXU
“[…] o valor do popular não reside em sua autenticidade ou em sua beleza, mas sim em sua representatividade sociocultural, em sua capacidade de materializar e de expressar o modo de viver e pensar das classes subalternas, as formas como sobrevivem e as estratégias através das quais filtram, reorganizam o que vem da cultura hegemônica, e o integram e fundem com o que vem de sua memória histórica. Jesus Martín-Barbero em “Dos meios às mediações”.
Assinar:
Postagens (Atom)