O mundo se vinga com suas forças e desejos de raiva e opressão e chora novamente lágrimas de sangue por desejos de vingança contra a raça humana.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
"SILÊNCIO" Por Hugo Garcia
O mundo se vinga com suas forças e desejos de raiva e opressão e chora novamente lágrimas de sangue por desejos de vingança contra a raça humana.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Talvez
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Escrevendo escondido no sábado
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Sabedoria da avó
Relutei e resolvi ler... Adorei! Por isso compartilho aqui. Contudo desconheço a autoria do texto...
Que tal uns conselhos da vovó!
"Quando eu for bem velhinha, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de Porto, dizer a minha neta:
- Querida, venha cá. Feche a porta com cuidado e sente-se aqui ao meu lado. Tenho umas coisas pra te contar.
E assim, dizer apontando o indicador para o alto:
- O nome disso não é conselho, isso se chama colaboração! Eu vivi, ensinei, aprendi, caí, levantei e cheguei a algumas conclusões. E agora, do alto dos meus 82 anos, com os ossos frágeis a pele mole e os cabelos brancos, minha alma é o que me resta saudável e forte. Por isso, vou colocar mais ou menos assim: É preciso coragem para ser feliz. Seja valente. Siga sempre seu coração. Para onde ele for, seu sangue, suas veias e seus olhos também irão. E satisfaça seus desejos. Esse é seu direito e obrigação. Entenda que o tempo é um paciente professor que irá te fazer crescer, mas escolha entre ser uma grande menina ou uma menina grande, vai depender só de você. Tenha poucos e bons amigos. Tenha filhos. Tenha um jardim. Aproveite sua casa, mas vá a Fernando de Noronha, a Barcelona e a Austrália. Cuide bem dos seus dentes. Experimente, mude, corte os cabelos. Ame. Ame pra valer, mesmo que ele seja o carteiro. Não corra o risco de envelhecer dizendo "ah, se eu tivesse feito..." Tenha uma vida rica de vida. Vai que o carteiro ganha na loteria - tudo é possível, e o futuro é imprevisível. Viva romances de cinema, contos de fada e casos de novela. Faça sexo, mas não sinta vergonha de preferir fazer amor. E tome conta sempre da sua reputação, ela é um bem inestimável. Porque, sim, as pessoas comentam, reparam, e se você der chance elas inventam também detalhes desnecessários. Se for se casar, faça por amor. Não faça por segurança, carinho ou status. A sabedoria convencional recomenda que você se case com alguém parecido com você, mas isso pode ser um saco! Prefira a recomendação da natureza, que com a justificativa de aperfeiçoar os genes na reprodução, sugere que você procure alguém diferente de você. Mas para ter sucesso nessa questão, acredite no olfato e desconfie da visão. É o seu nariz quem diz a verdade quando o assunto é paixão. Faça do fogão, do pente, da caneta, do papel e do armário, seus instrumentos de criação. Leia. Pinte, desenhe, escreva. E, por favor, dance, dance, dance até o fim, se não por você, o faça por mim. Compreenda seus pais. Eles te amam para além da sua imaginação, sempre fizeram o melhor que puderam, e sempre farão. Não cultive as mágoas - porque se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que um único pontinho preto num oceano branco deixa tudo cinza. Era só isso minha querida. Agora é a sua vez. Por favor, encha mais uma vez minha taça e me conte: como vai você?"
Autor Desconhecido!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
SEM VENENO (Por Elaine Barnes)
Quero um canto cantado sem pó.
Um laço dado sem nó.
Um amor amado sem dó.
Quero cantar pelos cantos,
Mesmo que em tons desafinados,
Desatando os nós dos laços,
Que me liberte em abraços...
Dos amores sempre imaginados!
Quero apenas um amor sereno,
Na simplicidade de um campo semeado.
Sem dó, sem pó sem nó...
Em cada canto do meu coração enganado.
Sem prantos,
Sem cantos,
Sem veneno,
Sem cadeado...
Que abra a fechadura do meu corpo fechado!
Elaine Barnes
19/12/10
Blogueira de:
http://nasasasdacoruja.blogspot.com/
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Outras Opiniões
Por Pedro Ferraz
Disponível em: http://quartopodersp.blogspot.com/2010/11/universidadeclasse-d-aumenta.html#links
Muita gente fala que o Pró-Uni é dar o peixe e não ensina a pescar. Muita gente imbecil, diga-se de passagem, eleitores da elite do PSDB que dizem que programa social é esmola, ou então que hoje "qualquer um pode ter carro ou andar de avião".
A classe D já passou a classe A no número total de estudantes nas universidades brasileiras públicas e privadas. Em 2002, havia 180 mil alunos da classe D no ensino superior. Sete anos depois, em 2009, eles eram quase cinco vezes mais e somavam 887,4 mil. Em contrapartida, o total de estudantes do estrato mais rico caiu pela metade no período, de 885,6 mil para 423, 4 mil. Os dados fazem parte de um estudo do instituto Data Popular.
O estudo, feito a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela também que as classes C e D respondem atualmente por 72,4% dos estudantes universitários. Em 2002, a participação dos estudantes desses dois estratos sociais somavam 45,3%. São considerados estudantes de classe D aqueles com renda mensal familiar entre um e três salários mínimos (de R$ 510 a R$ 1.530). Os estudantes da classe C têm rendimento familiar entre três e dez salários mínimos. Já na classe A, a renda está acima de 20 salários mínimos (R$ 10.200).
Obrigado Lula, e obrigado Brasil por ter escolhido Dilma para dar continuidade com o Pró-Uni. Não sou PTista como podem pensar, sou a favor da política pela minoria, daquela que realmente precisa.
Caso a memória dos poucos leitores desse falido blog está falha, o candidato a vice de José Serra Índio da Costa do DEMO 666 votou contra o Pró Uni.
Meu comentário sobre:
Rose Dayanne disse...
Assim como vc, apesar de pensarem o contrário, NÃO SOU PTista... Mas sou a favor das políticas sociais favoráveis a maioria (e não minoria)dos brasileiros, q atualmente vivem uma escala de crescimento e desenvolvimento fabulosa em relação a anos e governos anteriores...
Somos milhões de brasileiros precisando de mais escolas, acesso à universidade,à casa própria e a ter o q comer na mesa... Somos milhões de brasileiros que lutam por um país melhor e que a duras penas tem começado a mudar a cara desse país q tanto amamos.. Não queremos um país burguês e elitista, queremos - como diz o slogan do atual governo - "Um país de todos"...
(Meldels, romantismo e patriotismo à flor da pele)
sábado, 7 de agosto de 2010
Extamente, como ele descreveu.
"CHEGUEI DA TURNE NORDESTINA.
APRESENTAÇÃO DE POSTER EM NATAL.
CRUZAR O NORDESTE VIA CAATINGA PELA ROTA CANGACEIRA DE ANGICOS (ONDE LAMPIÃO TOMBOU).
PASSAR POR INUMERAS PONTES DE RIOS SECOS PELO SERTÃO POTIGUAR.
CONSTATAR QUE NAQUELE TRECHO O RIO PAJEÚ DA MÚSICA RIACHO DO NAVIO SÓ CONSTAVA A PLACA (JÁ QUE NÃO TINHA UMA GOTA SEQUER DAGUA).
DIAS DE DESCANSO, CONVERSA E REAVALIAÇÃO DE PONTOS DE VISTAS EM FORTALEZA.
EM NATAL NÃO ENCONTREI MUITO A SE VISITAR, MAS EM COMPENSAÇÃO O QUE TEM DE PRAIA...
EM FORTALEZA É CULTURA PURA, ME APAIXONEI PELO CENTRO CULTURAL DRAGÃO DO MAR. A EXPOSIÇÃO DOS VAQUEIROS ME FEZ RELEMBRAR A FAZENDA DO MEU AVO."
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Outras opiniões
Esta me chamou atenção...
Abraços
Seja a meta
"A vida consiste em ser primeiro. Ser primeiro diz respeito à consciência, não à competitividade, ou seja,” assim como plantas, colherás". Para ser amado, você precisar estar disposto a amar primeiro; para ser ouvido, você precisa estar disposto a ouvir primeiro.
Acredito sinceramente que o único modo de chegar à felicidade consiste em já estar feliz. Eu me determino "Sou Feliz" . Muitas pessoas vivem segundo a fórmula: "Fazer + Ter = Ser". Elas não conseguem apenas ser felizes porque antes precisam fazer "x'" e ter "y", ou seja, "fazer muito", "ter uma casa", "fazer mais", "fazer ainda mais", "ter um companheiro", "ter muito dinheiro". Por que não apenas ser feliz? Quando se trata de cura, as pessoas costumam se convencer de que precisam se sentir bem antes de tornar a escolher a felicidade. No meu trabalho, incentivo meus clientes a respeitar a dor e a escolher a paz, a sentir medo e a escolher o amor, a enfrentar a raiva e a preferir o perdão, a sentir o coração partido e a escolher a felicidade, a sentir a culpa e a escolher a inocência.
Certa vez, Ghandi disse: "Você precisa ser a mudança que deseja". Por quê?
Porque o espelho não pode mudar sem você. E o mundo é apenas um espelho. Lembre-se, você só vê seus pensamentos. Quando você muda, a mudança acontece. Se você não muda, você apenas vivencia mais da mesma coisa. Não adianta dizer: "Serei aberto com você assim que você se abrir para mim", etc. Seja primeiro. Seja diferente, caso deseje um resultado diferente. Seja a meta. Que decisões de "ser" você vai tomar hoje? Pense em suas metas, em seus desafios, em seus relacionamentos, e pergunte-se: "Meu modo de ser vai me proporcionar aquilo que realmente desejo?". Silencie por um instante e reajuste sua intenção de ser amável não importa o que aconteça, de ser bondoso apesar de tudo, de fazer sua luz brilhar, aconteça o que acontecer. Suas decisões de "ser" são tomadas entre você e Deus. Não permita que nada as afaste de você".
Por Robert Holden - "Mudanças acontecem"
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Jovens tiram a roupa para repudiar machismo na universidade
http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2599
MOVIMENTO ESTUDANTIL - 11/11/2009
Grupo de 250 pessoas fez passeata até o Salão de Atos da Reitoria para apoiar a aluna Geisy Arruda, ameaçada no mês passado na Uniban
Daiane Souza - Da Secretaria de Comunicação da UnB
Às 14 horas desta quarta-feira cerca de 250 estudantes – alguns nus, outros vestidos apenas com roupas íntimas – chegaram à reitoria da Universidade de Brasília em protesto contra a atitude machista dos estudantes da Uniban de São Bernardo do Campo (SP) contra estudante Geisy Arruda. Os alunos estão no Salão de Atos da Reitoria para entregar ao reitor José Geraldo de Sousa Júnior um documento com reivindicações de políticas institucionais para a segurança da mulher na instituição.
O grupo considera o caso de Geisy absurdo e o comparam com situações de preconceito e machismo registrados na UnB. Um exemplo citado durante a manifestação foram os atos de violência sexual ocorridos na universidade, como o ataque a uma estudante de 18 anos, em abril deste ano.
“Todos os dias as mulheres e outras minorias sofrem agressões na universidade. São agressões verbais, falta de segurança e assédios por parte de professores e funcionários. Todas as minorias, aqui, estão vulneráveis e expostas”, diz Luana Gaudad, 20 anos, estudante de Serviço Social e militante do Klaus, grupo da causa GLBT da UnB.
Roberto Fleury/UnB Agência
A estudante Telma segura cartaz em solidariedade a Geisy Arruda
O protesto foi convocado pelo CA de Sociologia, e rapidamente se espalhou por e-mail e pelo Orkut. "Acreditamos que o movimento estudantil, assim como o movimento social, não pode aceitar nenhuma forma de agressão, machismo ou preconceito", afirma Rodolfo Godoi, estudante de sociologia.
A carta aberta à comunidade, assinada por estudantes, professores(as) e servidores (as), diz que a agressão a Geisy Arruda "se sustenta nos valores discriminatórios que integram a sociedade capitalista que vivemos, onde as representações sociais da mulher se baseiam numa ótica de subserviência masculina".
A carta também reivindica políticas institucionais contra o machismo, criação de creches, um centro de referência da mulher e o levantamento dos registros de violência contra a mulher nos quatro campi (veja box).
O reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Júnior, manifestou solidariedade aos termos da carta. "O que aconteceu em São Paulo foi um ato de instransigência, intolerância, e a comunidade não quer que isso se repita na UnB", disse. "A resposta social a esse episódio foi a melhor que poderíamos esperar de uma sociedade que quer respeitar os direitos da mulher e os direitos socialmente conquistados".
Roberto Fleury/UnB Agência
O ocorrido em São Paulo foi um ato de intolerância, disse José Geraldo em apoio aos estudantes
O reitor divulgou uma nota oficial da UnB, apoiando a carta dos estudantes (leia aqui). Essa nota será enviada ao Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e Ministério da Educação.
Carta Aberta à Comunidade Acadêmica
da Universidade de Brasília
Nós, estudantes, professores(as) e servidores(as) da UnB, viemos através dessa Carta manifestar nosso repúdio ao ato de violência machista e sexista, ocorrido no dia 22 de outubro na Universidade Bandeirantes (Uniban - SP), onde a estudante Geyse Arruda foi perseguida, agredida, ofendida e ameaçada de estupro por estar trajando um "vestido curto". As imagens divulgadas através da mídia e na internet, chocam pelo conteúdo agressivo e pelas manifestações de selvageria e barbárie cometidas por grande parte dos estudantes da
universidade. Isso demonstra, como o machismo segue atuando de forma brutal no interior da sociedade.
Repudiamos também a direção da UNIBAN, que ao expulsar Geyse Arruda, comete da sua parte também um ato de violência, reproduzindo o machismo e a discriminação da qual a estudante foi vítima, atitude essa totalmente incompatível com uma instituição que deveria cumprir o papel de educar, e não de comercializar diplomas. Acreditamos que o espaço universitário deve ser local de construção de conhecimento que possa contribuir para a superação dos valores, vícios e práticas
machistas, e não de referendá-las.
A atitude de julgar a estudante a partir da roupa que trajava, se
sustenta nos valores discriminatórios que integram a sociedade
capitalista que vivemos, onde as representações sociais da mulher se baseiam numa ótica de subserviência masculina. Ao invés de culpabilizar a estudante pela roupa que usava, é preciso questionar o processo de mercantilização do corpo feminino, e a lógica patriarcal que define que as mulheres não podem decidir o que vestir, o que falar, o que fazer. Na raiz dessa manifestação bárbara ocorrida na UNIBAN, existem os mesmo valores machistas que levam milhares de mulheres a serem vítimas de estupros, violência física e mesmo assassinatos. A agressão contra Geyse é uma violência à todas as mulheres.
Exigimos que a Reitoria manifeste uma posição institucional sobre o caso ocorrido na UNIBAN denunciando a violência ocorrida contra Geyse Arruda bem como a punição aos agressores envolvidos no episódio, inclusive a Direção da UNIBAN. Entendemos que na UnB também são inúmeros os casos de alunas que sofrem com agressões machistas, inclusive sofrendo estupro no interior dos campi. Acreditamos que são
necessárias políticas institucionais que coíbam atitudes machistas contra estudantes, garantindo a segurança das mulheres nos campi e políticas de assistência estudantil, como creches, viabilizando a permanência das estudantes na universidade. Também reivindicamos UM Centro de Referência da Mulher e o levantamento dos dados de todos os casos de violência contra a mulher registrados nos 4 campi. Somente
com políticas concretas e cotidianas poderemos avançar no combate ao machismo em nossas universidades.
Brasília, 11 de novembro de 2009.