Acredito que todos já escutaram a famosa fábula do Sapo que vira príncipe.
"Uma linda princesinha estava passeando pelo o lago e vê um príncipe que fora amaldiçoado por uma bruxa má a ser eternamente um sapo. A princesa se apaixona pelo príncipe, beija-o e o encanto é quebrado. Casam-se e vivem felizes para sempre"
Enfim, o fim é igual em todos os contos de fadas, não é mesmo.
É com base nessa história que surgiu o famoso comentário "é preciso beijar muitos sapos para encontrar o príncipe encantado". Aliás, se é que ele existe mesmo...
Certa vez conheci alguém que tinha certo pavor de sapos, medo crônico mesmo. A medida que fora crescendo passou a colecionar objetos com formato e estampa alusivos ao anfíbio - cadernos, chaveiros, bolsas, blusas, canetas, bonecos, ursos.... Chamava todos os itens do mesmo nome - fulano pai, fulano mãe, fulano tio - e assim até completar a família toda (costumava pôr nome nas coisas).
O que há de mais interessante nessa história é que o tal alguém conheceu outro alguém, que por assim dizer, levava o nome de todos os itens anfíbios que colecionava... Um lance tipo - paixão a primeira vista, ou algo parecido...
Se eles se apaixonaram, casaram ou viveram felizes para sempre, eu não sei. Aliás, isso aqui é vida real, tenho pensado que os finais felizes existem apenas nos contos de fadas...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
A fábula do sapo
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
A bossa e a fossa!!!
Resta, por assim dizer, a fossa! A impaciência! O que não quer dizer que não haverá superação!
Sim, sim... Haverá, e creio, que não será longíquo! És próximo,,, Estás próximo!!!
Nesses dias, nada de Chico, Tom, Piaf, Mitchell, Vanessa (da Mata), Paralamas, Nando (Reis) e Renato (Russo)
Que tal o flash back anos 80, vejam bem! Será se existe!!!
Ou, enredo de escola de samba?
Enfim... Chega em breve o dia de dizer para a fossa _ beat it
e de dizer para a Bossa - come on!!!
Flor de Lis
Letra e música: Djavan
Valei-me, Deus!
É o fim do nosso amor
Perdoa, por favor
Eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez
Tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei,
Que amei, que amei, que amei
Será talvez
Que minha ilusão
Foi dar meu coração
Com toda força
Pra essa moça
Me fazer feliz
E o destino não quis
Me ver como raiz
De uma flor de lis
E foi assim que eu vi
Nosso amor na poeira,
Poeira
Morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida
Ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria
Nem Margarida nasceu.
E o meu jardim da vida
Ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria
Nem Margarida nasceu.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Impressões
Algumas lances by Piri! Poucas palavras, emoções, o visual q não se repete, muda, jamais será igual, no entanto, permanece a essência:
Convite (mudança de rota no último minuto do segundo tempo)
Presente (de aniversário adiantado)
Empadão goiano (todo dia)
Pirineus (pub, restaurante, pousada, loft, boates, cachoeiras, pessoas, ruas, lojas, tudo)
Cachús (visual, sensitivo, natureza, paz, aventura)
Trilhas (divertidas, difíceis, inevitáveis)
As patricinhas de Beverly Hills (nada a ver)
Trio da beleza (esse sim, "todo mundo quer ajudar”)
Recanto de Jeovah (a casa, os anjos barrocos, os quadros, as cadeiras vivas, Buda, adega e outras aparições)
Quarto do líder (privacidade, cumplicidade, planos, descanso, cama, cortina e a vela)
Truco (aulas, paciência (primo), tento, sorte de principiante e truuuuuuuuuuuco)
Churras (e tudo foi para junto do carvão)
Rodoviárias (nunca esperou tanto em tão poucos dias)
Copo (sobrevivente das trilhas)
Caronas (o que há demais nisso)
Cidade (igrejas e casas históricas)
Ruas (de pedra, salto nem pensar)
Soluços (qualquer assunto era interessante, até mesmo as causas e curas para o soluço)
Confissões (longas conversas no quarto do líder e nas trilhas da cachús)
Achados (raros e marcantes)
Sono (pensar e depois dormir de bruço)
BBB (havia de tudo um pouco, os que se amava e os que se odiava)
Modão (inevitável em Goiás)
Cozinha (para os homens)
A dança (by Tocantins)
Tocantins (Jalapão) - Jalapão (Tocantins)
Réveillon (festa, reflexão, saudosismo, alegria, melancolia, companhia, fogos)
Picolé de mangaba (todo dia)
Suco de moça (drink by cachú - vodka, suco de uva, limão, açúcar - diferencial no modo de preparo)
Chuva (levando as coisas ruins do ano que terminou e preparando a alma para as coisas boas do ano que se inicia)
A chuva (ajudou bastante)
01/01 (banho frio)
Paredão (estivemos em todos)
Fotos (com a câmera dos outros)
Família (queria q viesse tb)
O esquisito (aparição pós réveillon, kralho, o que era aquilo)
Coincidências (quase não suportei)
Coreto (forró e encontro)
Feira ( Das 21h às 00h)
Rio das Almas (nem pensar)
Pessoas (fazem a diferença)
Pessoas (as que não fazem)
Paisagens (deslumbrantes)
Metade (do picolé, da água, da cerveja, do Doritos, do pastel)
Meninas (planos para reencontro)
Grupo (altos e baixos)
Som (Bob Marley, Michael Jackson, Forró, Rock in roll, ratos do porão, Marilyn Mason, Funk, Funk, Funk, aff e ufa)
Faxina (quem disse)
Ponte (onde só passa um carro)
Etc...
...
...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
O SoLuÇo
Dos “achados” do fim de ano, além do trio “ a gente é legal”, do reencontro (primo), tiveram ainda os súbitos ataques de soluços. Quem diria, não é! Os ataques mais divertidos que presenciou.
Tantos assuntos, inúmeras histórias, aventuras, sem falar das coincidências que tanto assustaram.
Sobre o soluço, apesar das diversas causas apresentadas pela medicina, como por exemplo, distensão gástrica pela ingestão de bebidas com gás, deglutição de ar ou alimentação em grande volume, mudanças súbitas de temperatura de alimentos ingeridos e etc., lembrou da mãe e da avó que davam outra explicação quando soluçava enlouquecidamente. Diziam: essa menina está muito fraca! Isso aí é fraqueza!
E ainda, faziam beber água várias vezes, prender a respiração e, quanto aos bebês, havia uma simpatia, pôr um pedaço de fita vermelha na testa ou no braço da criança.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Pensamento egoísta e burguês
Preconceito, discriminação entre negros e brancos, ricos e pobres, federais e particulares. Criticam ações que visam amenizar algumas situações, mas não apresentam soluções, limitam-se apenas a criticar. Não quero dizer que essas ações são suficientes, e sim são emergênciais. Aliás, não há possibilidade de resolver um problema de mais de quinhentos anos com apenas um projeto. No entanto, é preciso começar. Precisamos primeiro eliminar esse pensamento burguês e preconceituoso da maioria da população brasileira. Só quem já sofreu na pele esse tipo de discriminação pode assim entender. Aos demais, paciência!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Aquarela
Sobre a técnica de pintura, sei pouco ou quase nada. Mas da música, tenho sim minhas recordações de infância. No entanto, o sentido mais sincero que absorvo dessa canção é o fato de podermos traçar caminhos em nossa vida. Pensem bem, “Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo”. Sim, podemos desenhar a nossa vida numa folha, rabiscar nossos sonhos, objetivos, desejos... O que você quer? Do que você precisa? Use cinco ou seis retas, faça um castelo. Se algo der errado, proteja-se, use um guarda-chuva. E deixe-se voar, contorne a imensa curva, vá de norte a sul, com bons amigos, com a família, bebendo e cantando. E tenha certeza, tudo na vida começa com a gente, parti de você. Tudo enfim, é conseqüência. E tenha certeza que ali logo em frente, espera um futuro. No entanto, não deixe descolorir. Mantenha as cores vivas, e sempre as retoque... Mantenha a aquarela vibrante, independente do suporte, não deixe sua vida descolorir... Faça de 2009 um ano colorido...
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover com dois riscos tenho um guarda-chuva
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu ...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Um clichê da época
Com certeza vocês já devem ter recebido mais de um milhão daqueles emails que a galera envia no fim de ano... Boas festas, Feliz Natal, Feliz Ano Novo, e tantas mensagens otimistas, que vem tipo spam (até eu já enviei a minha)...
Aqui, aproveito para dizer que, sem hipocrisia, é hora de contestar a vida, afinal, o que de bom vc fez neste ano que está acabando, está mesmo com espírito de festejar Natal... Nossa...
Enfim, eu como sou do estilo Peace and Love... não perderei a oportunidade, óbvio, de desejar um FELIZ NATAL e um LINDO ANO NOVO>.....
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Os tais olhos de ressaca
Certa vez disse-me, "tenho medo de seus olhos, são olhos de ressaca"... Disse ainda, "dissimulados". “Tenho medo de você, deles”. Inicialmente, não entendi nada... Somente lembrei-me de um tal Dom Casmurro, que assim, descreveu o olhar indescritível de sua Capitu. Realismo brasileiro, romanceado por Machado de Assis. Palavra, imagem, som, ópera, vida, deslizes, paixões, dúvidas, eternas dúvidas.
Em Dom Casmurro, tem-se a dúvida quase eterna, livre às interpretações dos leitores, se houve ou não a traição de Capitu. Não há comprovações, fatos concretos. O que existem são suspeitas. Apenas suspeitas.
Sobre o início, o que houve? Palavras, lágrimas e evidentes manifestações de afeto. Nada de dissimulação, nem olhos de ressaca. Sobre o que se sucedera, não há o que dizer, como em Dom Casmurro, tenho apenas a impressão em primeira pessoa, visão única e sem opiniões de terceiros.
Capitu e o início eram assim como os pássaros, saíam sem pagar nada.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
All Star!!!
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
O sal viria doce para os novos lábios
Colombo procurou as Índias mas a Terra avistou em você
O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
Estranho é gostar tanto do seu All Star azul
Estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras,
Satisfeito, sorri quando chego ali e entro
no elevador aperto o 12 que é o seu andar
não vejo a hora de te reencontrar
e continuar aquela conversa
que não terminamos ontem, ficou pra hoje.
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu
Seu All star azul combina com o meu, preto, de cano alto
Se o homem já pisou na Lua, como eu ainda não
tenho seu endereço
O tom que eu canto as minhas músicas
para a tua voz parece exato...
contando os dias... Nando Reis
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
O ridículo, o amor
Estar apaixonado é ridículo...
Cartas melosas, emails full time...
As mensagens, do tipo SMS, essas são as mais ridículas.
Rápidas, diretas (devido ao número de caracteres) e ridículas.
Os enamorados, enfeitiçados, loucos de amor – estes são ainda os mais ridículos.
Mais adiante, novamente disse o poeta, - se nas cartas existe o amor, tem elas por obrigações serem ridículas.
No entanto, ridículo é quem não amou, quem jamais fora ridículo. A pequena, por sua vez, sim, já fora ridícula, e como fora ridícula.
Aliás, te pergunto, afinal, quem não queria ser ridículo ao menos uma vez...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Revolucionária aos 16 anos - Quem é vc?
Jamais imaginaria que a edição de outubro da Bravo! traria como matéria principal da editoria Música, uma reportagem de 10 páginas (isso mesmo dez páginas) sobre a "Revolucionária aos 16 anos". Como assim, me perguntei? Quem seria a garota prodígio? No mínimo, pensei, deve ser boa, se está aqui, boa coisa deve ser. Aliás, sempre confiei nos "meus excelentes" editores, nem o João Gabriel, muito menos o Armando Antenore, dariam, por assim dizer, "um tiro no escuro". Mallu Magalhães, esse era o seu nome. Lia-se logo na linha - fina da reportagem “As peripécias que converteram Mallu Magalhães num fenômeno pop e ajudaram a implodir a lógica da indústria musical no Brasil". Ufa, que elogio... "Karalho" (desculpem a palavra), mas a guria está com a bola toda (abre aspas – adora a palavra peripécias).
Li toda a matéria, sem dar muito crédito é claro, mas as críticas eram relativamente consistentes... Logo, ficou por isso mesmo...
Mas, veio a mídia e seu poder de legitimação - reforço aqui o discurso de minha mestre "a mídia não cria, ela legitima". Da Internet, MySpace, em sua página pessoal, a cantora foi para os jornais, TV, até Fantástico, a tal revista eletrônica semanal.No entanto, a manchete aqui, no Fantástico, preferência de milhões de brasileiros nas noites de domingo - não era “a reencarnação de uma cantora Folk", como disse o músico Jorge Moreira, mas sim o romance de uma garota de 16 anos com um cara mais velho. Tipo, ainda mais por que é um músico famoso, ex-líder de uma banda relativamente famosa, o tal Camello. Que repercussão! E daí, se eles estão juntos, se ele é mais velho... Quem tem alguma coisa com isso, além deles?!
Por isso, continuo com a Bravo! que ressalta em seus enredos o que há de bom, a música, a arte, a cultura e as reflexões... Sem fofocas... Tudo bem que a revista eletrônica semanal usou o assunto como gancho - expressão comum no jornalismo - para uma discussão entre adolescentes...
Vocês devem estar se perguntando "o porquê da postagem" somente agora... Hum, tipo, vi no fim de semana passado a matéria sobre a jovem artista, lembrei-me da matéria da Bravo! e preciso fazer um comentário, "acho q a guria tem alguns traços, distantes, lá longe, da Jane Joplin"!
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
About
São muitos os desalentos... rodas vivas, cotidianos... situações,fatos e afetos...Sim, vc está ali em algumas postagens,,, na verdade estivemos...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Estrada
"Você não sabe o quanto eu caminhei
Prá chegar até aqui; Percorri milhas e milhas
Antes de dormir; Eu nem cochilei
Os mais belos montes, escalei
Nas noites escuras de frio chorei, ei , ei
Ei! Ei! Ei! Ei! Ei!...
Meu caminho só meu pai; Pode mudar
Meu caminho só meu pai; Meu caminho só meu pai"...
(Composição: Toni Garrido / Lazão / Da Gama / Bino)
O quanto caminhou? Nossa, chegar até aqui, foi uma vitória incontestável...
No entanto, não vai tomar tempo a escrever sobre as dificuldades, que não foram poucas,
Afinal, o momento agora é de alegria... As milhas que andou, os montes, nem tão belos que escalou e a inúmeras noites de frio em que chorou, incansavelmente...
Tudo valeu a pena... Agora, existem novos montes para escalar e muitas milhas a percorrer.
Acredita que há muito para agradecer... A todos que contribuíram sempre, e aqueles que torceram pelo fracasso, mas que somente fazia-a querer progredir mais.
Logo, seu caminho, só o Pai pode mudar... Juntos em todo o caminho, a guia-la, como sempre fez.
À pequena travessa, valeu a pena, “caçadora de ilusões”