segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dos morenos e morenas tropicanas

Só de ouvir, hum, já dava água na boca. Já destacava que não era relato apaixonado, pelo menos, não em sua totalidade. Que dirá, ou quem nunca disse, dos morenos e morenas tropicanas, isso para não atentar apenas ao gênero, mas à sutileza e beleza da cor.

Sem falar da manga rosa, que quando a encontro assim legítima, sem mediações, lá no pé, ainda intacta, além do gosto e do sumo, quase a levo na totalidade ao estômago. (que exagero, eu sei e ela sabe)

Lindos: morenos e morenas - fruta de vez temporana

Ainda mais que ouvi não menos que Elba, Alceu e Zé!

Festivais da atualidade

A Bravo! do mês MAIO tem uma matéria sobre a Nova Era dos Festivais de Música Popular Brasileira, que ao contrário dos festivais das décadas passadas, não possuem caráter competitivo, e sim expositivo, são praticamente ignorado pela TV, mas já arrastaram um público estimado em 250 mil pessoas por ano. Sem falar em alguns nomes descobertos nestes festivais, tais como: Chico Science e Mundo Livre S/A, Mombojó e Los Hermanos.

Na mesma reportagem, José Flávio Júnior (repórter) destaca o PMW Rock Festival (Festival que acontece em junho, em Palmas) entre os cinco festivais mais promissores da atualidade.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

mais uma vez - distante daqui

Sim, distante! Longe dos textos, das construções, dos saberes cotidianos!
Em breve, retorno! Bem, espero!
Sem atualizações, inspirações! Vaga, vazia!
Como disse um amigo: "Já já estou de volta!"
Sim, espero!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Viva la vida (Coldplay)

I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own

I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt, pillars of sand

I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can not explain
Once you know there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
(Ohhh)

It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in.
Shattered windows and the sound of drums
People could not believe what I'd become
Revolutionaries Wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

segunda-feira, 27 de abril de 2009

FAMILY

Os tais e-mails de corrente? Quem nunca os recebeu?!
As vezes, confessa, apaga sem ler!
Em outras, lê! Na maioria das vezes irrita-se, em algumas outras até que gosta das mensagens!

O de hoje falava sobre a família!
Em suas rimas e mímicas, uma brincadeira com letras da palavra "family" chamaram a atenção!

Eis:

FAMILY or

Father
And
Mother
I
Love
You

(neste caso, mother)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Uma frase para todos os dias!

Nas nossas democracias a ânsia da maioria dos mortais é alcançar em sete linhas o louvor do jornal. Para se conquistarem essas sete linhas benditas, os homens praticam todas as ações - mesmo as boas.

Eça de Queiroz

Janelas!

Ao abrir as tais janelas, de olhos abertos, quem diria, arregalados:
Viu-se os azulejos, em detalhes, encantadores!
As ruas estreitas e suas estreitas ruas!
E no centro tantas histórias, nossas histórias, suas histórias!
Por elas, viu-se o mar, as ondas pacatas, traiçoeiras, em suma, paradoxais!
Visão de amigos, deslumbrados, por verem o mundo, no mar, no infinito.
Viu-se tudo isso também, na imensidão das nuvens!
No tal do Reggae que não se ouvira, mas há quem diga que seja: Ilha do Reggae, dos amores, da Rebeldia!
Dos adjetivos em que alguns pode-se ainda acrescentar, se permitirem: Ilha da Amizade, contestáveis e incontestáveis.
Das pessoas mansas, no falar, no agir, no sonhar.
Ao abri-las, viu-se assim, em todos os detalhes, europeus e brasilidades, a São Luís, do José, do Messias, da Nila e até do estrangeiro Bevery Hills!




E se me permitirem, de carona, lembro-me que "o que vai ficar na fotografia, são os laços invisíveis que havia, as cores, figuras, motivos.O sol passando sobre os amigos. Histórias, bebidas, sorrisos. E afeto em frente ao mar".

Imagem - Um registro de Teresa Felix

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Amigo, bom fim de semana prolongado!

Como dizia Victor Hugo, “há pensamentos que são orações. Há momentos nos quais, seja qual for a posição do corpo, a alma está de joelhos”, assim, cultive sempre os pensamentos em forma de oração, lembre-se das maravilhas divinas ao acaso, pois não por acaso que o Pai jamais se esquece de você. Creia, acredite, confiei. Não somos perfeitos, aliás, são com nossas imperfeições que a cada dia nos aperfeiçoamos. Que tal uma distração: Show de forró pode ser uma dica, eu vou optar por ver Watchmen hoje, terminar de ler a Bravo! desse mês (afinal que reportagem é aquela, sobre Caetano e Chico, novo post) e visitar a mamãe no fim de semana (mais de um mês que não a vejo) ! E não se esqueça: “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O taxista, o rio e Copacabana!

Não sabe, por assim dizer, como coisas desse jeito acontecem com ela. Questiona-se! Pergunta-se! Contudo, infelizmente ou felizmente não encontra resposta! E desse jeito, vai-se, levando a vida, sem medo! Arriscando-se, arrependendo-se, vivendo!
O Rio não estava com os seus 40°, aliás, ainda bem que usava um casaco de linha marrom escuro, lenço, cabelos soltos. Pela primeira vez ali, a sensação que tivera fora que - sua câmera estava sem pilhas - patético, afinal, do que adiantaria estar no Rio sem pilhas para fotografar. No entanto, conformou-se! Era impossível chegar à "Princesinha do Mar", tinha apenas as duas horas e meia de sua conexão, só mesmo um milagre. Contentou-se, a princípio com algumas miniaturas de embarcações que vira mais adiante. Sentou por ali mesmo, no saguão do aeroporto, no chão, próximo a uma coluna onde havia uma tomada. Colocou as pilhas para carregar (pilhas em digital, ninguém merece) ao menos um "tiquinho" para fotografar a exposição. Ao chegar mais perto da exposição trocou algumas palavras com um homem que por ali estava. Conversaram um pouco, até que disse ao moço "como seria feliz se conhecesse Copacabana". Imediatamente o moço questionou e convidou: - Quer conhecer Copacabana, levo você lá! Perguntou se daria tempo! - Claro que sim, respondeu. Arriscou, aliás, não poderia perder essa oportunidade. E foram. “ELA”, o taxista e o Rio. Viu um pouco do Rio de dentro do táxi, estava tão perto, ao mesmo tempo tão longe.

Complexo do Alemão, Pão de Açucar, Corcovado, Igreja da Penha, Maracanã, Palácio do Catete e Guanabara, Teatro Municipal, Igreja da Candelária, Baia de Guanabara, Praia do Flamengo, Bairro das Laranjeiras (que satisfeito sorri quando chego ali) entre outros pontos. Só conseguia fotografar placas (conseguiu comprar pilhas no Bairro das Laranjeiras)

Enfim, em Copacabana! Que efêmera passagem, um pé lá e outro cá, por sorte, a sertaneja deslumbrada não teria uma "hora da estrela", contudo não se lembrava da marca do carro. Por pouco e ainda intacta, viu a praia, a Princesinha do Mar. Tirou uma foto e pronto. Tinha que voltar. Já estava no famoso dead line, como dizem os jornalistas. E seguiu, no caminho de volta. Que taxista gente boa, guarda consigo e tem rezado por ele! E seguiu, de caminho de volta. Que taxista gente boa! Quem poderia imaginar que foi assim a rápida ida ao Rio de Janeiro.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

São Luís - se resume nesta música

Fotografia

Hoje o mar faz onda feito criança
No balanço calmo a gente descansa
Nessas horas dorme longe a lembrança
De ser feliz

Quando a tarde toma a gente nos braços
Sopra um vento que dissolve o cansaço
É o avesso do esforço que eu faço
Pra ser feliz

O que vai ficar na fotografia
São os laços invisíveis que havia

As cores, figuras, motivos
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos
E afeto em frente ao mar.

Quando as sombras vão ficando compridas
Enchendo a casa de silêncio e preguiça
Nessas horas é que Deus deixa pistas
Pra eu ser feliz

E quando o dia não passar de um retrato
Colorindo de saudade o meu quarto
Só aí vou ter certeza de fato
Que eu fui feliz

O que vai ficar na fotografia
São os laços invisíveis que havia

As cores, figuras, motivos
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos
E afeto em frente ao mar

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Concursos no Tocantins

Um comentário sobre o Concurso do Quadro Geral do Estado!!!

"Atualmente os concursos têm apresentado mais transparência e lisura de que em décadas passadas. A cada dia as pessoas têm investido em cursos preparatórios para concursos, pois almejam nos certames a possibilidade de estabilidade. Muitos fazem disso um sonho, um objetivo de vida. Tantos amigos que vejo virando noites e noites, dedicando-se, investindo. São pessoas sérias, honestas, que pagam impostos, pais ou mães de família, estudantes, e tantos outros nomeáveis. Fico, por assim dizer, indignada e com todos os pingos nos "is", como nos diria Guimarães Rosa. Parece que vivemos num Estado em que sentenças não se aplicam, a honestidade é contestável, e o respeito,desse não estou tendo notícias".

Por Ennayadsol!!!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Frases soltas, logo conectadas! Ao acaso, nunca.

"Quem sabe um dia não é pra ser, não é verdade?"..
Interessante essa frase... São típicas das pessoas que acreditam no destino e, em finais felizes, em qualquer aspecto. Tudo que tem para ser, será. (outra frase de quem acredita em finais felizes e, em destino).


Ennayad


"Para conhecer uma estrada a frente, pergunte àqueles que estão voltando por ela"
Você e eu já passamos por muitas estradas diferentes, a gente vai contando um para o outro o que tinha no caminho...

SOL

terça-feira, 31 de março de 2009

Sangue Latino


"Jurei mentiras e sigo sozinho, assumo os pecados
Os ventos do norte não movem moinhos
E o que me resta é só um gemido
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos,
Meu sangue latino, minha alma cativa
Rompi tratados, traí os ritos
Quebrei a lança, lancei no espaço
Um grito, um desabafo
E o que me importa é não estar vencido
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos"

Ney Matogrosso

segunda-feira, 30 de março de 2009



Sábado, trabalho até meio dia, há quase um ano tal feito não se repetia.
Visita a uma amiga, em um intervalo de meia hora, mas fora válido tal visão.
Aula, e quem merece?! Se merece, quem sabe, mas o fato de merecer ou não pode ser mensurado pelo objetivo almejado. Sendo assim, neste caso, poderiam ser as vinte e três horas desse sábado. Por que não as vinte quatro? Por que uma delas fora dedicada especialmente ao nosso Planeta. Ao contrário do professor que proferiu a seguinte frase: "- uma atitude hipócrita e mal formulada, vejam se as grandes empresas, emissoras, e concessionárias farão o mesmo, desligaram as luzes ou deixaram de funcionar". Sem "pingos nos is", retruquei. Não creia-se que seja uma atitude hipócrita, mas sim de protesto, de conscientização. Aliás, é por causa de atitudes hipócritas e pensamentos mediocres como esse que acabamos de ouvir do senhor, que vive-se hoje à mercê de tantos problemas ambientais. - Você tem filhos? Questionei! Oxalá que eles não herdem tais concepções! Isso é, se ele sobreviver e conseguir herdar alguma coisa...

A Hora do Planeta, ao meu ver, foi um ato de protesto contra o aquecimento global. Uma tentativa de chamar a atenção das pessoas em todo mundo para um problema que é de todos. Não esperamos uma resposta rápida, apesar de que as atitudes devam ser modificadas já.
Quantos copos descartável você usa por dia? Que tal usar só um o dia todo, deixe-o em sua mesa. Ou quem sabe adote uma squeezer!
Se você não está na cozinha, por que deixar a luz ligada?
Geladeira não é vitrine!

Muito mais do que economizar energia e diminuir a conta de luz, você pode dar alguns minutos a mais para o nosso planeta...