terça-feira, 28 de outubro de 2008
Desalento
Desalento
Composição: Chico Buarque - Vinicius de Moraes
Sim, vai e diz
Diz assim
Que eu chorei
Que eu morri
De arrependimento
Que o meu desalento
Já não tem mais fim
Vai e diz
Diz assim
Como sou
Infeliz
No meu descaminho
Diz que estou sozinho
E sem saber de mim
Diz que eu estive por pouco
Diz a ela que estou louco
Pra perdoar
Que seja lá como for
Por amor
Por favor
É pra ela voltar
Sim, vai e diz
Diz assim
Que eu rodei
Que eu bebi
Que eu caí
Que eu não sei
Que eu só sei
Que cansei, enfim
Dos meus desencontros
Corre e diz a ela
Que eu entrego os pontos
Fluídos desalentos...
Diria, talvez, quem sabe, ou melhor, traduziria em três palavras:
Lindo, impossível e eterno
"Dialógos Culturais" - em Comunicação Mídia e Cultura

Diálogos Culturais é um projeto que consiste num ciclo de palestras em comunicação, mídia e cultura, realizado pelos alunos do curso de Comunicação Social, do Centro Universitário Luterano de Palmas, em suas várias habilitações: Jornalismo e Publicidade.
O projeto é uma iniciativa dos professores Valdirene Cássia e Edglei Dias Rodrigues, organizado pelos alunos da disciplina "Comunicação Mídia e Cultura". De acordo com os idealizadores do ciclo de palestras, o evento tem o objetivo de abrir espaço para "exposição democrática de idéias, reflexões e trocas de experiências no âmbito universitário, buscando uma construção mais sólida de conhecimentos".
O primeiro encontro aconteceu no dia 29 de setembro e abordou questões baseadas no vídeo-palestra "O desejo", em que médico psiquiatra Mardônio Parente de Menezes, debateu com alunos e convidados as peripécias do desejo, suas faces e interfaces e, como ele é e pode ser trabalhado na mídia.
Já em sua segunda edição, o projeto conta com a simpatia de estudantes de outros cursos, como dos alunos da Pedagogia. No último dia 28, o assunto em pauta foi a “A cultura juvenil na presentividade” e teve com palestrante e debatedor o professor José Damião Trindade Rocha. Conceitos como “linguagem líquida”, “sociedade líquida”,” heteronormatividade”, “juventude cyborg” , “relacionamentos de bolsos”, foram explorados durante um diálogo culturalmente divertido. De acordo com o José Damião, os estudos preocupam-se, muitas vezes, com os conceitos do passado, como as coisas aconteceram ou ainda, em como acontecerão no futuro, “para onde iremos?”, “como nos preparar para o desconhecido?”. “E o hoje, e o presente, o que fazer?”, questiona o professor. A sociedade não é e não está mais sólida e densa, ela é liquida, fluída, flexível e mutável. Não há, no entanto, quem sabe, uma forma única. O senso comum, sutilmente, molda-se, (des) molda-se, não se mantêm uma forma única e estática, como nos sólidos. Ou seja, os interesses tomam forma a partir dos fatos. No entanto, não há tempo hábil para que eles se solidifiquem, uma vez que, admite a condição de efêmero. Os estilos de vida, as crenças, as convicções, as referências, as tendências, o fashion, o Cult, as tribos, as instituições, as representações, enfim, as formas de ser e parecer nesta sociedade liquida, são mutáveis.
A cultura juvenil exterioriza essa condição líquida da sociedade. O corte de cabelo, a tribo do momento, a música da vez, a moda, as tatuagens, os relacionamentos, os anseios, desejos e etc... Outdoor vivo de si mesmo. É um produto a venda, em que a moeda de troca é ser aceito.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Isso é bem mesmo uma boa metáfora

Olá, Como está o seu dia???
As coisas, o céu, o tempo, as pessoas, o ar, em Brasília, em Palmas, no mundo...???
Em Palmas, quente, seco, sufocante. No entanto, superável... Quase uma condição de vida...
Senti, ao longe, uma esperança, aliás, não sei se assim posso chamar... Será uma esperança continuar aqui? Falo profissionalmente... Vamos ver no que dá... Ou será condicionante, cômodo?
Sonhei com vc, não hoje, nem ontem, um dia desses, via vc olhando pela janela, apreensiva, como naquelas cenas de filme, em que parece que se espera alguma coisa, alguém, não se sabe o que. entava falar com vc, mas seu olhar estava tão vidrado em algo, que parecia q vc não estava ali, começou a chorar, mas não tirava os olhos da janela... Depois do choro vc sumiu... e daí não me lembro mais...
Não sei se não me lembro ou se é vc que não quer que eu me lembre... Deixe- me ver o que é! Saber o que se passa! Tentar ajudar....
PS: P/ MSOB
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Non, Je Ne Regrette Rien

Rien de rien...
Non !
Je ne regrette rien
Ni le bien
QuÂ’on mÂ’a fait,
Ni le mal,
Tout ça mÂ’est bien égal !
Non!
Rien de rien...
Non !
CÂ’est payé,
Balayé,
Oublié,
Je me fous du passé !
Avec me souvenirs
JÂ’ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je nÂ’ai plus besoin dÂ’eux !
Balayé les amours,
Avec leurs trémolos,
Balayés pour toujours
Je repars à zéro...
Non!
Rien de rien...
Non !
Je ne regrette rien
Ni le bien
QuÂ’on mÂ’a fait,
Ni le mal,
Tout ça mÂ’est bien égal !
Non!
Rien de rien...
Non !
Car ma vie,
Car mes joies,
AujourdÂ’hui,
Ça commence avec toi !
Nunca vi tão expressiva interpretação quanto a de Edith Piaf...
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Córrego Fundo - Quilombo
Moradores da Comunidade Quilombola Corrégo Fundo
(visão externa) O lar é o refúgio, fonte das tradições e da história oral.
Indivíduos que vivem em comunidades rurais, pesqueiras e/ou quilombolas, possuem hábitos comuns à rotina do meio em que vivem, rituais que compõem sua aura e sua identidade cultural. A inserção de novos costumes nestas comunidades acontece devido ao contato com hábitos e costumes que até então eram indiferentes à vivência dessas pessoas, passaram a fazer parte de seu cotidiano.
(Interior) O lar é o refúgio, fonte das tradições e da história oral.
Hair
Um dia desses, de vento seco que assanha os cabelos, e resseca a pele.
E você olha os móveis e todos, sem exceções, estão cor de terra, empoeirados e sujos.
Você se pergunta, como pode ser, acabei de limpar tudo.
Você se pergunta, acabei de mudar meus planos, minhas atitudes, por que tudo continua do mesmo jeito. Por que os móveis ainda estão sujos.
Os cabelos estão tingidos, mas a raiz nasce, desesperadamente e entrega, seus cabelos não são dessa cor, mas como se acabei de pintá-los.
Sua roupa está amarrotada, impossível, há alguns segundos o ferro deixa-a impecável, por pouco tempo, contudo.
Agora, você muda, faz diferente, tinge os cabelos, engoma as roupas, tira a sobrancelha, , penteia o cabelo, mas, então, vem o vento, e assanha e amarrota... vem o tempo, que faz crescer a raiz, o sobrancelha, vem o tempo te mostra o inevitável... o que todo mundo espera...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Teu corpo é meu espelho e em ti navego
Se faço nosso o meu segredo mais sincero... Acredito que jamais poderei fazê-lo nosso... Se és o meu segredo, assim, sempre será meu... Contudo, compartilhar de alguma forma está distante... Assim como está distante tantas outras coisas... Sonhos, muitos sonhos, que mesmo não me lembro...
“Não faz da minha força confusão .Teu corpo é meu espelho e em ti navego”
Mas, não pense que admito o sentido comum e visível desta frase...
Embora, acredite que o salva-vidas está lá, sim, e o fato de não vê-lo, é simplesmente proposital,,,
Acredito que o salva-vidas sempre esteve por perto.. e sempre estará...
Legião Urbana
Composição: Renato Russo
Aquele gosto amargo do teu corpoFicou na minha boca por mais tempo
De amargo então salgado ficou doce,
Assim que o teu cheiro forte e lento
Fez casa nos meus braços e ainda leve
Forte, cego e tenso fez saber
Que ainda era muito e muito pouco.
Faço nosso o meu segredo mais sincero
E desafio o instinto dissonante.
A insegurança não me ataca quando erro
E o teu momento passa a ser o meu instante.
E o teu medo de ter medo de ter medo
Não faz da minha força confusão
Teu corpo é meu espelho e em ti navego
E eu sei que a tua correnteza não tem direção.
Mas, tão certo quanto o erro de ser barco
A motor e insistir em usar os remos,
É o mal que a água faz quando se afoga
E o salva-vidas não está lá porque
Não vemos
Mukum por que está me consumindo ... não agüento mais...
Nunca conheci alguém assim, que dentre suas várias manias, uma delas se destaca...
Tem por sina, desejo e loucura, pôr nomes em tudo, mas em tudo mesmo...
Se encontra um ganso manso passeando pelo lago, logo grita - JIM vem até mim
Se olha para o chaveiro, sem graça e feio, sussurra BIDU você veio...
E o cofre, o porco, que se alimenta de moedas de 0,05 centavos, já inventou de chamá-lo de DIDU... E assim, vai-se longe, com Jessy, a Dia, Vinni, Toim (St Antônio), Gil e pai do Gil, Lissi, José... Núh...
As vezes fico pensando, onde vai parar esse individuo...
A ultima é a Mukum, que é nome masculino, mas que insiste em usar o determinante feminino só para causar dúvida, assim como fez em " a DIA"... vai entender;;;
Mukum, você está me consumindo, não agüento mais...
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Pra começar - J. Mitchell
Confesso, que receie, contudo decidi...
Agora seja o que for, vou começar...
Começ com ela, com uma música dela, que é muito especial;;;
Não vou falar por que, mas esta música é muito especial...
Em um momento, em vários momentos, ela foi tudo.. e muito pouco...
The last time I saw Richard
Last time I saw Richard was Detroit in 68And he told me all romantics meet the same fate
Someday, cynical and drunk and boring someone
In some dark cafe
You laugh, he said you think you're immune,
Go look at eyes
They're full of moon
You like roses and kisses and pretty men to tell you
All those pretty lies, pretty lies
When you gonna realize they're only pretty lies
Only pretty lies, pretty lies


