terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Além de boas festas, o que pensar no fim de ano

Como sou do tipo que adora enviar um spam (como todos sabem), jamais perderia essa oportunidade. (rsrsrs)

Mas, pensando bem, enviar email é a forma mais sustentável que existe, assim economizamos papel e também vida.

Mensagem mais ambientalista essa não é! Sim sim, é! Mas fazer o que, pois do jeito que as coisas andam, não sei se elas irão muito longe.

No entanto, como é de praxe, essas mensagens aqui são para dizer que tudo vai ficar bem e tudo vai ser bom. Claro que esse é o nosso desejo, é o meu.

Mas, assim como dizia o poeta: “Tudo vai mal, tudo. Tudo é igual quando eu canto e sou mudo. Mas eu não minto não minto. Estou longe e perto. Sinto alegrias tristezas e brinco.” E na maioria das vezes as coisas não saem como esperamos. Ah, mas se não sair também, paciência. Um dia saí.

E assim, galera, as coisas indo mal ou indo bem, o que tenho a dizer é que “Desejo que tudo seja muito, muito, muito bom em 2010”

Um super abraço e




BOAS FESTAS


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Noite Severina - tardes que parecem não ter fim!!!

Sem pensar (disse que não ia pensar hoje) em nostalgia: escuto, reflito e respiro esse poema...


NOITE SEVERINA

Interprete: Ney e Pedro Luis
Composição: Pedro Luis e Lula Queiroga)


Corre calma, severina noite
De leve no lençol que te tateia a pele fina
Pedras sonhando pó na mina
Pedras sonhando com britadeiras
Cada ser tem sonhos à sua maneira
Cada ser tem sonhos à sua maneira

Corre alta, severina noite
No ronco da cidade, uma janela assim acesa
Eu respiro o teu desejo
Chama no pavio da lamparina
Sombra no lençol que te tateia a pele fina
Sombra no lençol que te tateia a pele fina

Ali, tão sempre perto, e não me vendo
Ali sinto tua alma a flutuar do corpo
Teus olhos se movendo, sem se abrir
Ali, tão certo e justo e só ti sendo
Absinto-me de ti, mas sempre vivo
Meus olhos te movendo sem te abrir

Corre solta suassuna noite
Tocaia de animal que acompanha a sua presa
Escravo da sua beleza
Daqui a pouco o dia vai querer raiar
Daqui a pouco o dia vai querer raiar...
Estou pensando, seriamente, em não pensar mais!!!!
Por isso não vou prolongar o texto, a reflexão e inflexão...
A frustração está contínua e perigosa! Onde vai parar? SInceramente, eu não quero pensar!!!
Talvez eu faça algo diferente hoje, ou talvez amanhã!
Talvez não... Vou fazer agora!!!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O rubro negro é ÉQUIÇÁ!!

Nessas horas sei que o time dos sem time vão para o lado de quem está ganhando...
E foi o que aconteceu ontem...
COm a vitória do flamengo (Lê-se: meu time do coração desde que eu me entendo por gente), não tinha ninguém para dar uma caroninha nem ao menos depois do jogo. No orkut, msn, twitter, televisão, enfim, em todo lugar o vermelho e o preto eram predominantes...

Fora o fato da carona e de eu não ter ido comemorar, posso afirmar: SOU CAMPEÃ BRASILEIRA>>> huhuhuhuhuhu

Sei que muito mais feliz do que eu, está meu irmão, fã de carteirinha, chega a ser fanático... Mas a culpa de tudo, foi de uma certa irmã, que desde os dois anos de idade apresentou o time rubro-negro ao garoto, que desde essa epoca guarda a camisa do flamengo, já na hora de trocar que ganhou da maninha...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

No matter how bad life has treated you, just walk tall with your head high!!

"Over the last few months I have learnt that even when things look like they cant work out, you just got to keep your head up and keep marching on. we all have tough times, but don't quit, just keep on going and eventually it will all come together. Most of all just take the time to pray about it and really trust in God."

No matter how bad life has treated you, just walk tall with your head high!!

(Autor desconhecido)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Chico Buarque é mais lembrado que Euclydes da Cunha, diz pesquisa

RAQUEL COZER

da Folha de S.Paulo

Milton Hatoum, Rubem Fonseca e Chico Buarque estão entre os autores mais lembrados hoje por estudiosos de literatura brasileira no exterior, à frente de nomes como Euclydes da Cunha (1866-1909) e Manuel Bandeira (1886-1968).

Esse é um dos resultados iniciais de um mapeamento sobre como a produção literária do Brasil é recebida em outros países. Os primeiros números, aos quais a Folha teve acesso, serão divulgados hoje, na abertura do "2º Conexões Itaú Cultural: Encontro Internacional de Literatura Brasileira", no Rio.

Fragmentos disponíveis em http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u659390.shtml


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Outras opiniões

Já quero adiantar que "não sou do tipo - fã - de livro e ou mensagens de auto ajuda" - Apesar de, me desculpem os colegas aos quais envio tais mensagens apenas pelo prazer de encaminhar....

Esta me chamou atenção...

Abraços


Seja a meta

"A vida consiste em ser primeiro. Ser primeiro diz respeito à consciência, não à competitividade, ou seja,” assim como plantas, colherás". Para ser amado, você precisar estar disposto a amar primeiro; para ser ouvido, você precisa estar disposto a ouvir primeiro.
Acredito sinceramente que o único modo de chegar à felicidade consiste em já estar feliz. Eu me determino "Sou Feliz" . Muitas pessoas vivem segundo a fórmula: "Fazer + Ter = Ser". Elas não conseguem apenas ser felizes porque antes precisam fazer "x'" e ter "y", ou seja, "fazer muito", "ter uma casa", "fazer mais", "fazer ainda mais", "ter um companheiro", "ter muito dinheiro". Por que não apenas ser feliz? Quando se trata de cura, as pessoas costumam se convencer de que precisam se sentir bem antes de tornar a escolher a felicidade. No meu trabalho, incentivo meus clientes a respeitar a dor e a escolher a paz, a sentir medo e a escolher o amor, a enfrentar a raiva e a preferir o perdão, a sentir o coração partido e a escolher a felicidade, a sentir a culpa e a escolher a inocência.
Certa vez, Ghandi disse: "Você precisa ser a mudança que deseja". Por quê?

Porque o espelho não pode mudar sem você. E o mundo é apenas um espelho. Lembre-se, você só vê seus pensamentos. Quando você muda, a mudança acontece. Se você não muda, você apenas vivencia mais da mesma coisa. Não adianta dizer: "Serei aberto com você assim que você se abrir para mim", etc. Seja primeiro. Seja diferente, caso deseje um resultado diferente. Seja a meta. Que decisões de "ser" você vai tomar hoje? Pense em suas metas, em seus desafios, em seus relacionamentos, e pergunte-se: "Meu modo de ser vai me proporcionar aquilo que realmente desejo?". Silencie por um instante e reajuste sua intenção de ser amável não importa o que aconteça, de ser bondoso apesar de tudo, de fazer sua luz brilhar, aconteça o que acontecer. Suas decisões de "ser" são tomadas entre você e Deus. Não permita que nada as afaste de você".

Por Robert Holden - "Mudanças acontecem"

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Open up your plans and damn you're free

yes yes yes...

Embora esteja sem paciência, sem paciência...


I'm free, forever... I hope! I know! This is true!!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ativista gay faz protesto solitário contra Ahmadinejad

(O Julio eu Conheço)



Jovem dribla a segurança e ergue cartaz contra o presidente iraniano, durante entrevista em hotel em Brasília


24/11/2009 - 10:04 - Atualizado em 24/11/2009 - 12:35

Agência Estado

Disponivel no link - http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI106198-15227,00.html

Marcelo Casall Júnior / ABr
MOVIMENTO GAY
Júlio Cardia driblou a segurança e protestou contra o presidente iraniano

Num de seus últimos compromissos oficiais em Brasília, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, assistiu ao protesto solitário e silencioso de um integrante de um grupo gay de Brasília. A menos de cinco metros de Ahmadinejad, Júlio Cardia conseguiu erguer um cartaz e a bandeira do movimento gay. O protesto se deu na sala onde o líder iraniano concedia entrevista coletiva, no hotel em que estava hospedado, um dos mais luxuosos da cidade.

Cardia, de 25 anos, conseguiu driblar a segurança, sentou-se no fundo da sala e quando a entrevista já estava perto de terminar, levantou o cartaz, que foi prontamente arrancado de suas mãos pelos agentes iranianos. Em seguida, ele desfraldou a bandeira do arco-íris. Foi retirado da sala na sequência.

Funcionário de uma empresa de serviços em Brasília, Cardia faltou ao trabalho ontem só para acompanhar os passos de Ahmadinejad na cidade. Semanas antes, ele se juntara a representantes das comunidades judaica e bahai para organizar os protestos. Juntos, conseguiram mobilizar cerca de 200 pessoas, mas nenhum deles chegou tão perto do presidente iraniano. "Não aceitamos que pessoas como nós, gays, estejam sendo esquartejadas no Irã", disse Cardia, já do lado de fora. O cartaz que ele carregava trazia a inscrição "Pela vida dos gays, contra Ahmadinejad".

SAIBA MAIS

Cardia afirmou que seu grupo pretendia realizar um protesto maior na faculdade particular onde, horas antes, Ahmadinejad teria um encontro com estudantes. O evento foi cancelado de última hora depois de as autoridades brasileiras alertarem a segurança do presidente iraniano sobre a vulnerabilidade do lugar.

Pouco antes da manifestação, Ahmadinejad respondeu à pergunta de um repórter sobre os protestos dos homossexuais à sua presença no Brasil. Sem entrar em detalhes nem repetir sua convicção de que o homossexualismo põe em risco o futuro da humanidade, ele desconversou: "Nós achamos que as pessoas estão livres para expressar suas ideias. No Brasil existe essa liberdade, e no Irã também."

Eu estou sem paciência..
Sem paciência..
Sem paciência..
Sem paciência..

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Não fui ver Caetano

Aconteceu como acontece com o Chico... Tem relutado muito em conhecer a literatura Buarqueana, por ter medo de se decepcionar, aliás, a paixão que alimenta pelo "cantor, compositor, escritor..." consolidou-se pela fase musical e poética do mesmo, feminina, doce, sutil. Talvez este seja um medo bobo. Obras que foram destaques na FLIP e rendeu a Chico o Prêmio Bravo! de Literatura não pode, em hipótese alguma, ser algo decepcionante, concordam. No entanto, mesmo assim reluta...

Penso que foi a mesma coisa que aconteceu com Caetano...
"Tudo vai mal, tudo. Tudo é igual, quando canto sou mudo"... Começou mal, aliás, as datas da apresentação mudaram algumas vezes. Incertezas... Agendas... Depois o anúncio, "cantarei músicas do meu novo CD", que por sinal, levou o Grammy Latino. Mas, sinceramente, o CD não a agradou. "Zii e Zie" não lhe arrepiou a espinha, não a fez fluir, influir... Vai entender...
Se ele fosse cantar apenas as músicas do CD novo, como anunciou, com certeza, ela chegaria em casa frustrada e ouviria mais de mil vezes (como fez no sábado todo) a seleção das músicas favoritas. Com certeza, não valeria a pena, no que diz respeito à desorganização do show (como contaram alguns amigos), a distância e contratempos... Tinha certeza que seria decepcionante. Contudo, ele cantou algumas jóias, mas não estava lá para ouvir, pois já tinha se contentado.

Chega a ser saudosismo demais, radical demais... Não sei...
Pensa que tudo deva fazer sentido... Se não fizer, não há porquê...

Começa a semana assim...
Olhando Budapeste e criando coragem!
Ouvindo Caetano!
Tentando ser agradável!
Refletindo sobre o fim de semana...


E insistindo no gerundismo, não por charme. Por preguiça mesmo!!!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Mais um palpite!!!

Embora hesite, hesite, hesite... Com todas as forças que lhe restam e existem...
Continua a hesitar...
Pergunta-se... Se “o amor pode acontecer, de novo pra você. Palpite”!
Esbraveja, por assim dizer, pois não adianta mais a essa vida os tais palpites... Que tal certezas, ao menos uma vez, quem sabe.
Daí se lembra
Das saudades, da varanda em noite quente! E do arrepio frio que dá na gente
Não sabe o porquê de ter lembrado dessa música hoje (Palpite, Vanessa Rangel). Acho que há palpite, mas hesita, não que revelar...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Discutindo comunicação no Brasil

Gostaria de destacar uma das célebres falas do presidente Lula --- o quase clichê "nunca na história desse país" e os complementos diversos a esse, como por exemplo, "investiu-se tanto em educação; investiu-se tanto em saúde" e etc;;;

No meu caso, destaco a seguinte observação "Nunca na história desse país o povo brasileiro teve a oportunidade de discutir comunicação, de propor, de participar, do que pode ser a consolidação de políticas públicas de comunicação em um país que já amargou momentos de censura, autoritarismo e repressão”.

Refiro-me às etapas preparatórias para a I Conferencia Nacional de Comunicação - CONFECOM, que no último dia 14 aconteceu no mais novo estado brasileiro, Tocantins, e contou com a participação da sociedade civil - representada por seus vários segmentos -, empresarial e poder público.

Um espaço em que a sociedade discutiu problemáticas da comunicação e propôs mecanismos de saná-las para democratizar o acesso à informação. Fiquei imensamente feliz de ter participado, com voz e voto, e senti que assim pude contribuir para desenvolvimento do meu país.

No entanto, como nem tudo são flores, é claro que a decepção também permeou minhas concepções. Afinal, a principio parecia que ninguém estava ali a não ser para disputar uma vaga de delegado na Conferência Nacional. O cargo é demasiado importante e representativo, no entanto, o que eu percebia era uma disputa por status e oportunidade de fazer certo "turismo". Por isso, participei de todas as etapas da Conferência pelo simples fato de querer participar, com intuito de contribuir com propostas para esse evento que considero uma conquista para os profissionais de comunicação e para o povo brasileiro.

Todavia, pude perceber que apesar dos candidatos a delegado que ali estavam, também havia cidadãos preocupados e comprometidos com a Comunicação e os meios para a construção de direitos e de cidadania era digital!


“A Comunicação é um direito de todos, no entanto, profissional de Jornalismo, só com diploma”

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Jovens tiram a roupa para repudiar machismo na universidade

Matéria disponível no endereço:
http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2599

MOVIMENTO ESTUDANTIL - 11/11/2009


Grupo de 250 pessoas fez passeata até o Salão de Atos da Reitoria para apoiar a aluna Geisy Arruda, ameaçada no mês passado na Uniban


Daiane Souza - Da Secretaria de Comunicação da UnB



Às 14 horas desta quarta-feira cerca de 250 estudantes – alguns nus, outros vestidos apenas com roupas íntimas – chegaram à reitoria da Universidade de Brasília em protesto contra a atitude machista dos estudantes da Uniban de São Bernardo do Campo (SP) contra estudante Geisy Arruda. Os alunos estão no Salão de Atos da Reitoria para entregar ao reitor José Geraldo de Sousa Júnior um documento com reivindicações de políticas institucionais para a segurança da mulher na instituição.

O grupo considera o caso de Geisy absurdo e o comparam com situações de preconceito e machismo registrados na UnB. Um exemplo citado durante a manifestação foram os atos de violência sexual ocorridos na universidade, como o ataque a uma estudante de 18 anos, em abril deste ano.

“Todos os dias as mulheres e outras minorias sofrem agressões na universidade. São agressões verbais, falta de segurança e assédios por parte de professores e funcionários. Todas as minorias, aqui, estão vulneráveis e expostas”, diz Luana Gaudad, 20 anos, estudante de Serviço Social e militante do Klaus, grupo da causa GLBT da UnB.

Roberto Fleury/UnB Agência
A estudante Telma segura cartaz em solidariedade a Geisy Arruda

O protesto foi convocado pelo CA de Sociologia, e rapidamente se espalhou por e-mail e pelo Orkut. "Acreditamos que o movimento estudantil, assim como o movimento social, não pode aceitar nenhuma forma de agressão, machismo ou preconceito", afirma Rodolfo Godoi, estudante de sociologia.

A carta aberta à comunidade, assinada por estudantes, professores(as) e servidores (as), diz que a agressão a Geisy Arruda "se sustenta nos valores discriminatórios que integram a sociedade capitalista que vivemos, onde as representações sociais da mulher se baseiam numa ótica de subserviência masculina".

A carta também reivindica políticas institucionais contra o machismo, criação de creches, um centro de referência da mulher e o levantamento dos registros de violência contra a mulher nos quatro campi (veja box).

O reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Júnior, manifestou solidariedade aos termos da carta. "O que aconteceu em São Paulo foi um ato de instransigência, intolerância, e a comunidade não quer que isso se repita na UnB", disse. "A resposta social a esse episódio foi a melhor que poderíamos esperar de uma sociedade que quer respeitar os direitos da mulher e os direitos socialmente conquistados".

Roberto Fleury/UnB Agência
O ocorrido em São Paulo foi um ato de intolerância, disse José Geraldo em apoio aos estudantes

O reitor divulgou uma nota oficial da UnB, apoiando a carta dos estudantes (leia aqui). Essa nota será enviada ao Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e Ministério da Educação.



Carta Aberta à Comunidade Acadêmica
da Universidade de Brasília


Nós, estudantes, professores(as) e servidores(as) da UnB, viemos através dessa Carta manifestar nosso repúdio ao ato de violência machista e sexista, ocorrido no dia 22 de outubro na Universidade Bandeirantes (Uniban - SP), onde a estudante Geyse Arruda foi perseguida, agredida, ofendida e ameaçada de estupro por estar trajando um "vestido curto". As imagens divulgadas através da mídia e na internet, chocam pelo conteúdo agressivo e pelas manifestações de selvageria e barbárie cometidas por grande parte dos estudantes da
universidade. Isso demonstra, como o machismo segue atuando de forma brutal no interior da sociedade.

Repudiamos também a direção da UNIBAN, que ao expulsar Geyse Arruda, comete da sua parte também um ato de violência, reproduzindo o machismo e a discriminação da qual a estudante foi vítima, atitude essa totalmente incompatível com uma instituição que deveria cumprir o papel de educar, e não de comercializar diplomas. Acreditamos que o espaço universitário deve ser local de construção de conhecimento que possa contribuir para a superação dos valores, vícios e práticas
machistas, e não de referendá-las.

A atitude de julgar a estudante a partir da roupa que trajava, se
sustenta nos valores discriminatórios que integram a sociedade
capitalista que vivemos, onde as representações sociais da mulher se baseiam numa ótica de subserviência masculina. Ao invés de culpabilizar a estudante pela roupa que usava, é preciso questionar o processo de mercantilização do corpo feminino, e a lógica patriarcal que define que as mulheres não podem decidir o que vestir, o que falar, o que fazer. Na raiz dessa manifestação bárbara ocorrida na UNIBAN, existem os mesmo valores machistas que levam milhares de mulheres a serem vítimas de estupros, violência física e mesmo assassinatos. A agressão contra Geyse é uma violência à todas as mulheres.

Exigimos que a Reitoria manifeste uma posição institucional sobre o caso ocorrido na UNIBAN denunciando a violência ocorrida contra Geyse Arruda bem como a punição aos agressores envolvidos no episódio, inclusive a Direção da UNIBAN. Entendemos que na UnB também são inúmeros os casos de alunas que sofrem com agressões machistas, inclusive sofrendo estupro no interior dos campi. Acreditamos que são
necessárias políticas institucionais que coíbam atitudes machistas contra estudantes, garantindo a segurança das mulheres nos campi e políticas de assistência estudantil, como creches, viabilizando a permanência das estudantes na universidade. Também reivindicamos UM Centro de Referência da Mulher e o levantamento dos dados de todos os casos de violência contra a mulher registrados nos 4 campi. Somente
com políticas concretas e cotidianas poderemos avançar no combate ao machismo em nossas universidades.

Brasília, 11 de novembro de 2009.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

(PEC) 386/09: Vencemos uma batalha




O último capítulo da PEC 386/09 terminou com o final feliz... A votação passou pela CCJ quase que por unanimidade, não fosse a bancada do PSDB! Devemos continuar a mobilização e acompanhar a votação que agora segue para o CCJC do SENADO... De autoria do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), a PEC 33/2009 está em apreciação no SENADO

Continuo a questionar: cadê a imprensa que não fala de si?
Com o apagão da noite de ontem, se holofotes sequer têm passeado pelo dilema dos jornalistas, agora que está tudo no escuro... As vezes, ou quase sempre, tenho vergonha de alguns membros da minha classe profissional... e também das empresas de comunicação.
Aproveito também para agradecer à atuação de todos os parlamentares que participaram favoravelmente do processo e àqueles que responderam com atenção à carta que envie à CCJ. Ressalto que os parlamentares atentaram à preciosidade que tem a informação e o acesso à ela, tendo em vista, que é um bem importante para a nação e que deve ser tratado com responsabilidade.

Agora vamos aguardar próximos capítulos... Força...

Confira matéria a seguir, publicada no site da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ - disponível em http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2883


Câmara assegura a constitucionalidade do diploma

11/11/2009 | 13:33

Em votação simbólica ocorrida na manhã desta quarta-feira (11/11) a Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09. A FENAJ prossegue com a vigília nacional em defesa da profissão de jornalista e pela aprovação da matéria, agora na CCJC do Senado. Para acompanhar a tramitação na Comissão, clique aqui.

A votação na CCJC da Câmara ocorreu através do voto das lideranças das bancadas com presença na Comissão. O único voto contrário foi da bancada do PSDB. “Esta votação é um atestado da constitucionalidade da exigência do diploma e uma garantia de que não existe conflito entre a regulamentação profissional dos jornalistas e o direito à livre expressão”, comemorou, eufórico, o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade.

Na tarde desta quarta-feira os sindicalistas reúnem-se com a Frente Parlamentar em Defesa do Diploma. A ideia é agilizar a formação da Comissão Especial, compromisso já assumido pelo presidente da casa, Michel Temmer, para agilizar a tramitação da PEC.

Madonna, o apagão e os jornalistas

Projeto social, até pode ser, mas eu acho que a Madonna veio mesmo foi conhecer os sogros... A estrela parece estar mesmo encantada com o modelo brasileiro. Mas também, brasileiro gosta de fazer as coisas bem feitas...

O apagão: Tem reporter que quer dar um furo, mas acaba levando uma barriga (jargões). Daí se atrapalha.. Os apresentadores fizeram confusão com as siglas, responsabilidades e causas.. É preciso analisar com cuidado o q aconteceu! É a primeira vez na história que Itaipu foi desligada, então que tal um crédito para o Sistema!!!

O ruim mesmo é com as grandes metrópoles... Cara os assaltos estão rolando nas ruas, trânsito (sem semáforo) e etc...

Se fosse brincar com isso, diria: Madonna no Brasil, a passeio, apagões no Rio de Janeiro... Inédito

terça-feira, 10 de novembro de 2009

as tais máscaras...

Sim... ou não. Eu sou eu, você é você... é o lógico não é!
Cada um com o cada qual que merece --- cada um em seu cada um...
Contraditório? Sim, claro!
O importante de tudo isso e ser você...
Você e seus defeitos e também qualidades...
Você com seus medos e também coragens...
Com seus inimigos e também amigos...
Você com sua marcha funebre e também seu hino de amor vida...
Você com você, como você é, pronto!
Melhores ou piores, somos nós mesmos, cada um de nós...

"O importante é ser você, mesmo que seja, estranho
Seja você, mesmo que seja bizarro bizarro bizarro
Mesmo que seja, estranho, seja você, mesmo que seja"


Trecho de Máscara, música de Pitty

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O urro ancestral da faculdade injuriada!!!!!

O urro ancestral da faculdade injuriada

Universitários que encurralaram a colega de vestido curto não eram delirantes: eram agressores mesmo

Debora Diniz* - O Estado de S.Paulo - QUINTA, 29 DE OUTUBRO
Assédio em massa

Vídeos veiculados pelo YouTube mostram a estudante de Turismo Geisy Arruda, da Uniban, em São Bernardo do Campo, sendo xingada e acuada por outros alunos por causa do comprimento do vestido. Ela teve de ser escoltada para fora do prédio por policiais.


O caso não caberia nem em um folhetim vulgar, não fosse o YouTube denunciando a verdade. A "puta da faculdade" é uma história bizarra: uma mulher de 20 anos é vítima de humilhações. A razão foi um vestido rosa e curto que a fazia se sentir bonita. Sem ninguém saber muito bem como o delírio coletivo teve início, dezenas de pessoas passaram em coro a gritar "puta" e ameaçá-la de estupro. A saída foi esconder-se em uma sala, sob os urros de uma multidão enfurecida pela falta de decoro do vestido rosa. Além da escolta policial, um jaleco branco a protegeu da fúria agressiva dos colegas que não suportavam vê-la em traje tão provocante.

Colegas de faculdade, professores e policiais foram ouvidos sobre o caso. O fascínio compartilhado era o vestido rosa. Curto, insinuante, transparente foram alguns dos adjetivos utilizados pelos mais novos censores do vestuário da sociedade brasileira. "A roupa não era adequada para um ambiente escolar", foi a principal expressão da indignação moral causada pelo vestido rosa. Rapidamente um código de etiqueta sobre roupas e relações sociais dominou a análise sociológica sobre o incidente. Não se descreveu a histeria como um at o de violência, mas como uma reação causada pela surpresa do vestido naquele ambiente.

O que torna a história única é o absurdo dos fatos. Um vestido rosa curto desencadeia o delírio coletivo. E o delírio ocorreu nada menos do que em uma faculdade, o templo da razão e da sabedoria. Os delirantes não eram loucos internados em um manicômio à espera da medicação ou marujos recém-atracados em um cais após meses em alto-mar. Eram colegas de faculdade inconformados com um corpo insinuante coberto por um vestido rosa. Mas chamá-los de delirantes é encobrir a verdade. Não há loucura nesse caso, mas práticas violentas e intencionais. Esses jovens homens e mulheres são agressores. Eles não agrediram o vestido rosa, mas a mulher que o usava para ir à faculdade.

Não há justificativa moral possível para esse incidente. Ele é um caso claro de violência contra a mulher. Ao contrário do que os censores do vestuário possam alegar, não há nada de errado em usar um vestido rosa curto para ir às aulas de uma faculdade noturna. As mulheres são livres para escolher suas roupas, exibirem sua sensualidade e beleza. A adequação entre roupas e espaços é uma regra subjetiva de julgamento estético que denuncia classes e pertencimentos sociais. Não é um preceito ético sobre comportamentos ou práticas. Mas inverter a lógica da violência é a estratégia mais comum aos enredos da violência de gênero.

A multidão enfurecida não se descreve como algoz. Foi a jovem mulher insinuante quem teria provocado a reação da multidão. Nesse raciocínio enviesado, a multidão teria sido vítima da impertinência do vestido rosa. As imagens são grotescas: de um lado, uma mulher acuada foge da multidão que a persegue, e de outro, do lado de quem filma, dezenas de celulares registram a cena com a excitação de quem assiste a um espetáculo. Ninguém reage ao absurdo da perseguição ao vestido ro sa. O fa scínio pelo espetáculo aliena a todos que se escondem por trás das câmaras. Quem sabe a lente do celular os fez crer que não eram sujeitos ativos da violência, mas meros espectadores.

Pode causar ainda mais espanto o fato de que a multidão não tinha sexo. Homens e mulheres perseguiam o vestido rosa com fúria semelhante. Há mesmo quem conte que a confusão foi provocada por uma estudante. Mas isso não significa que a violência seja moralmente neutra quanto à desigualdade de gênero. É uma lógica machista a que alimenta sentimentos de indignação e ultraje por um vestido curto em uma mulher. A sociologia do vestuário é um recurso retórico para encobrir a real causa da violência - a opressão do corpo feminino. Não é o vestido rosa que incomoda a multidão, mas o vestido rosa em um corpo de mulher que não se submete ao puritanismo.

Não há nada que justifique o uso da violência para disciplinar as mulheres. Nem mesmo a si tuação hipotética de uma mulher sem roupas justificaria o caso. Mas parece que uma mulher em um vestido insinuante provoca mais fúria e indignação que a nudez. O vestido rosa seria o sinal da imoralidade feminina, ao passo que a nudez denunciaria a loucura. A verdade é que não há nem imoralidade, nem loucura. Há simplesmente uma sociedade desigual e que acredita disciplinar os corpos femininos pela violência. Nem que seja pela humilhação e pela vergonha de um vestido rosa.



*Antropóloga, professora da UnB e pesquisadora da Anis - Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero

domingo, 8 de novembro de 2009

BSB!!! Na capital federal -- sol e chuva - - amigos..

Veja só a névoa branca que sai de trás do bambuzal
Será que ela me faz bem ou será que me faz mal
Eu vou surfar no céu azul de nuvens doidas
Da capital do meu país
Pra ver se esqueço da pobreza e violência
Que deixa o meu povo infeliz




E a menina que um dia por acaso veio me dizer
Que não gostava de meninos tão largados
Que tocam reggae e mpb
Mas isso é coisa tão banal
Perto da beleza do Planalto Central
E das pessoas que fazem do serrado
Um habitat quase que ideal




Fim de ano, vou me embora de Brasília
Que é pra ir ver o mar
Mas diz pra mãe, lá pro final de fevereiro
É que eu vou voltar
Que é pra surfar no céu azul de nuvens doidas
Da capital do meu país
Pra ver se esqueço da pobreza e violência
Que deixa o meu povo infeliz




More!!!!


















sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Caetano Veloso recebe Grammy Latino por "Zii e Zie"

06/11/2009 - 02h24
da France Presse

O cantor e compositor Caetano Veloso conquistou nesta quinta-feira o Grammy Latino de Melhor Álbum Cantor/Compositor, por seu "Zii e Zie", na entrega dos prêmios da Academia Latina de Gravação, em Las Vegas.

O Grammy Latino de Melhor Vídeo Musical/Versão Longa foi para "Música de Tom Jobim", de Roberto Carlos e Caetano Veloso.

"Depois da Guerra", da Oficina G3, recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum Cristão em Português.

A entrega do prêmio foi dominada pelo grupo porto-riquenho Calle 13, que levou quatro dos cinco prêmios que disputava.

Calle 13 recebeu o prêmio de Gravação do Ano, e seus integrantes René Pérez e Eduardo Cabra ganharam em Melhor Álbum de Música Urbana ("Los De Atrás Vienen Conmigo"), Melhor Canção Alternativa ("No Hay Nadie Como Tú") e Melhor Vídeo Musical Versão Curta ("La Perla").

Disponível em
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u648471.shtml

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Mais um capítulo da novela PEC 386/09

Depois de mais de duas horas de discussão, o motivo agora foi a falta de quorum para a a votação. Assim, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiou a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que exige o diploma de jornalista para o exercício da profissão.
Meu Deus onde isso vai parar?

Something's Gotta Give




Fiquei fascinada com a trilha sonora do filme... Ouvi Bossa Nova e Piaf!!!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

today

Hoje....
Ansiosa... Não sei por quê! Coração apertado! Sem louvação!
Instantes introspectivos - Por assim dizer, reza a lenda que "sou inacessível"!
Afinal, palavras soltas, sem conexão, mas talvez com razão!
Anyway!!!!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Eu acredito na educação e na formação para o exercício profissional!

Quatro de novembro de 2009 é a data prevista para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara votar os rumos da profissão, que muitos teóricos chegaram a intitular como “Quarto Poder”, mas que no Brasil, nos últimos meses, chegou a ser comparada ao ofício de cozinhar. Claro que sem desmerecer a profissão de cozinheiro, que por sinal, assim como a de jornalista, é sim, muito digna, como qualquer outra profissão.
E essa novela que está rodando desde junho, muito mais silenciosa do que se esperava, chega ao fim deste mês sem desfecho. A votação sobre a PEC 386/09 (Proposta de Emenda Constitucional) que discorre sobre o resgate da exigência do diploma para o exercício da PROFISSÃO de Jornalista foi adiada.
Já perdi as contas de quantas vezes isso aconteceu. No entanto, o que me desanima não são as sucessivas “ficou para a próxima pauta”, mas sim, primeiro --- a decisão do STF sobre a obrigatoriedade do diploma ---, segundo --- o descaso e omissão da própria imprensa em relação à sua própria atividade. Digo por experiência, aliás, tenho que ficar vasculhando na Internet informações sobre o andamento do processo, aquelas operações do tipo “pente fino” e/ou derivados. O que tem se sobressaído nesse movimento é a atuação dos sindicatos e também dos internautas, que tem despejado emails, notas, postagens aos deputados envolvidos na votação e em toda rede.
Acredito em “alguns” profissionais que tenham adquirido na prática e vivência os requisitos para o exercício da profissão. Acredito também que as Universidades de Comunicação pequem no sentido de omitir da grade curricular matérias essenciais ao exercício da profissão, como português, história, filosofia, ética, por exemplo. Acredito que a liberdade de expressão é um direito de todos. Acredito que a formação é necessária para o exercício de qualquer profissão, aliás, não entregaria minha vida ao um médico, advogado ou juiz sem formação, por exemplo.
Embora este não seja o foco da minha explanação, nessa semana, na tentativa de justificar a violência no Rio de Janeiro, no caso envolvendo o coordenador do AfroReggae, a imprensa tentava comparar o período de formação de policiais militares em algumas capitais, em referência ao Rio de Janeiro. Enquanto algumas exigem no mínimo 2 anos de formação, um PM carioca só precisa de seis meses de formação.
Interessante como em alguns casos a formação é requisito de qualidade. Chega a ser irônico. Como a sociedade poderá entregar um bem tão precioso como a informação, sem requisito nenhum. Todo mundo pode se expressar, para isso existem tantas ferramentas, como blogs, twitter, orkut, cartas, e etc, etc etc. Mas na imprensa não. Nela não se pode falar o que quer, o que se pensa, sem critério, valor notícia, interesse público.
Semana passada recebi um spam, com o seguinte título “Seja um jornalista em 45 dias – curso totalmente online, sem sair de casa, por 2 parcelas (agora não me lembro o valor)!” Será que devemos dar créditos a informações advindas de uma formação online em 45 dias? É lastimável. Até chegar ao extremo de colegas, formados, que estudaram comigo, dizerem que ser jornalista é fácil e que nem sabe para que estudou. Se vocês não sabem, com certeza eu sei.
Reforço que temos que manter a mobilização em defesa da nossa profissão. A exigência do diploma não é inconstitucional. Não é uma afronta à liberdade de expressão. Deixar a profissão sem regulamentação coloca em risco a credibilidade, seriedade e ética no Jornalismo brasileiro.
Encaminho esse email aos 122 parlamentares que integram a CCJ, os quais decidirão, no próximo dia 04 (se não adiar), não só a regulamentação da minha profissão, mas o desfecho de sonho e crença, de uma estudante, jornalista e cidadã, que sempre acreditou que a educação pode mudar o mundo e que o fazer jornalismo é sim fazer social.

Rose Dayanne Santana Nogueira
Jornalista

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Dezesseis

Renato Russo - Legião Urbana

João Roberto era o maioral
O nosso Johnny era um cara legal

Ele tinha um Opala metálico azul
Era o rei dos pegas na Asa Sul
E em todo lugar
Quando ele pegava no violão
Conquistava as meninas
E quem mais quisesse ver
Sabia tudo da Janis
Do Led Zeppelin, dos Beatles e dos Rolling Stones
Mas de uns tempos prá cá
Meio sem querer
Alguma coisa aconteceu
Johnny andava meio quieto demais
Só que quase ninguém percebeu
Johnny estava com um sorriso estranho
Quando marcou um super pega no fim de semana
Não vai ser no CASEB
Nem no Lago Norte, nem na UnB
As máquinas prontas
Um ronco de motor
A cidade inteira se movimentou

E Johnny disse:
"- Eu vou prá curva do Diabo em Sobradinho e vocês ?"

E os motores sairam ligados a mil
Prá estrada da morte o maior pega que existiu
Só deu para ouvir, foi aquela explosão
E os pedaços do Opala azul de Johnny pelo chão
No dia seguinte, falou o diretor:
"- O aluno João Roberto não está mais entre nós
Ele só tinha dezesseis.
Que isso sirva de aviso prá vocês".

E na saída da aula, foi estranho e bonito
Todo o mundo cantando baixinho:

Strawberry Fields Forever
Strawberry Fields Forever

E até hoje, quem se lembra
Diz que: "Não foi o caminhão"
Nem a curva fatal
E nem a explosão
Johnny era fera demais
Prá vacilar assim
E o que dizem é que foi tudo
Por causa de um coração partido

Um coração
Bye, bye Johnny
Johnny, bye, bye
Bye, bye Johnny.


Aos 16 anos, na escola, num desses concursos de colégio, escrevi "Dezessete anos", uma poesia sobre drogas... Lembro-me que o tema dos tais versos veio depois de ouvir "Dezesseis"!!!! Não descobri ainda o que tinha haver, mal conhecia a música, se não, talvez, fosse a primeira vez que a escutasse. Aliás, nunca consegui entender o porquê das coincidências... Só sei que elas existem, as vezes, ou quase sempre...

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

The last time I saw ...

The last time I saw Richard was Detroit in 68
And he told me all romantics meet the same fate Someday, cynical and bitter and boring someone
In some dark café
You laugh, he said you think you're immune,
Go look at your eyes
They're fool of moon
You like roses and kisses and pretty men to tell you
All those pretty lies, pretty lies
When are you gonna realize they're only pretty lies
Only pretty lies, pretty lies

He put a quarter in the wurlitzer, and he pushed
Three button and the thing began to whirl
And a waitress came by a fishnet stockings and a bow tie
And she said drink up now it's getting on time to close
Richard, you haven't really changed, I said
Is she that now you´re romanticizing some pain that's in head
You've got tombs in your in eye, but the songs
You punched are dreaming
Listen, they talk of love so sweet
When are you gonna get back on your feet?
Oh and love can be so sweet, love so sweet

Richard got married to a figure skater
And he bought her a dishwasher and a coffe percolator
And he drinks at home now most night with the TV on
And all the house lights left up bright
I'm gonna blow this dam candle out
I don't want nobody, comin' over to my table
I´ve got nothing to talk to anybody about
All good dreamer pass this away someday
Hidin' behind bottles in dark café
Dark cafes
Only a dark coccon before
I get my gorgeous wings
And fly away
Only a phase, these dark cafe days

Garcia Márquez é uma unanimidade!!!

Garcia Márquez é uma unanimidade!!!

Não era para menos, aliás, ele não escreve ou conta histórias, simplesmente. Mas faz com que os leitores vivam a narrativa como se saboreassem a vida, em suas complexidades, alegrias e tristezas... Sentiu-se assim ao ler “Amor nos tempos do cólera”!!!! Daí, não sabia se por coincidência, comeceu a ler “Cem anos de Solidão”. Mas a leitura está lenta, pois o tempo é escasso. No entanto, já começou a imaginar o que prepara Garcia Márquez. Aos poucos está conhecendo Macondo e a descendência dos Buendia (ainda não sabe como pronuncia...).

Após concluir a leitura de o “Amor nos tempos do cólera”, decidiu ler Metamorfose, de Franz Kafka, pois descobriu que Garcia Márquez decidiu ser escritor após concluir a leitura dessa obra. Mas, seu atual consultor literário, ao presenteá-la com o livro, alertou-a sobre o fato de só lê-lo quando estivesse preparada. Atrevida,iniciou a leitura, mas não conseguiu terminar, assustei-se... Percebeu que não é o momento, mas sabe que é preciso ler. Como o consultor lhe falou “ler essa obra é tão importante quanto comer feijão”. A partir disso, percebeu o porquê de até hoje não ter conseguido concluir “O mundo de Sofia”...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Cartoon na Playboy

Capa da Playboy de Novembro --- Marge Simpson! Ainda nem chegou nas bancas, mas já é viral... Na Internet é o que se comenta. Tem gente falando que pode vender mais que outros exemplares e tals tals... A personagem do desenho animado, figura na capa da Magazzine e ocupa ainda três páginas interiores da edição. A mulher de Homer Simpson aparece de calcinha, sutiã e camisola transparente, e ainda concede entrevista à Playboy. Segundo os editores da Playboy, a edição é uma homenagem da revista americana ao cartoon, pelos seus 20 anos de existência.
No entanto, como ressaltam os editores, dentro da revista tem fotos também de mulheres de carne e osso.

Ah, sim! Hoje em dia tem cada coisa.. Mas, como eles estão afirmando por ai, a Marge não será a primeira, se não estou enganada a Betty também já ilustrou capas de revistas assim. Mas que explicação terá tudo isso. Tem gente falando que vai vender mais, menos e etc. Eu penso que por estar sendo tão comentado, quem sabe venda mais exemplares.. O que manda nessa situação não é a modelo da capa --- santa ingenuidade. Mas sim a campanha publicitária que se faz para vender a revista. Talvez a Playboy não esteja vendendo tanto nos EUA (suposição) e os editores queiram "chocar" os leitores, causando procura, curiosidade, fantasias, inovação.. FUnciona assim... Se com Marge não der certo, quem sabe She-ha, Lala, enfim, o lance é faturar.

Vender revista, vender, vender, vender.... lucrar lucrar... lucrar....

terça-feira, 20 de outubro de 2009

“[…] o valor do popular não reside em sua autenticidade ou em sua beleza, mas sim em sua representatividade sociocultural, em sua capacidade de materializar e de expressar o modo de viver e pensar das classes subalternas, as formas como sobrevivem e as estratégias através das quais filtram, reorganizam o que vem da cultura hegemônica, e o integram e fundem com o que vem de sua memória histórica.

Jesus Martín-Barbero em “Dos meios às mediações”.

Sonhos com Mafalda

Ai... Contínuo com a frase na cabeça "Justo a mim coube ser eu"... Será se a nóia vai durar tanto tempo assim!

Trabalhando, trabalhador brasileiro... Nessa condição "assinada", sem condições para nada... Na batuta do assalariado, vejo a "porcaria" a qual nos submetemos. As vezes queria ser meu próprio patrão, mas não consigo pensar em ser como ele. Abonos, Bônus, Vales, Ticket, Seguros, Hora Extra, Banco de Horas, e blá blá blá...
Se justo a mim couber ser eu, se fosse patrão, com certeza, eu seria assim... Aff... Aff... Será se mesmo querendo ser diferente, eu teria que ser desse jeito? Com certeza sim...
Aliás, a culpa não é só do Segundo Setor, mas do Primeiro, que por assim dizer, faz as regras, vota as leis, estuda emendas...

Penso na situação(des)organizacional que vive o sistema brasileiro! Fico me perguntado: para que tantos prêmios? Metodologias? Cases? Sistema de Qualidade? Certificações? E blá! Blá! Blá! Enquanto 10 chefes discutem "mecanismos de qualidade;gestão; lucro; relacionamento", algumas formiguinhas tentam remar contra a marés. Frágis e sozinhas, contra um sistema!

Escrevi esse comentário no blog da Pós... Estou tão "indignada" com tudo isso. Que nem procurei esconder a pessoa que fala por metáforas e rimas misteriosas... Afinal, que tá indignada sou eu. Sera se pelo menos aqui eu posso ser eu...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cartas Barulhentas!!!!

Nos assombros daquelas reuniões intermináveis de família, das quais em poucas se sentia a vontade, talvez pela proximidade recente, ou quem sabe pelo deslocamento sutil. Enfim, em meio à algazarra rotineira, o que mais a assustava eram as rodadas intermináveis de truco! Não sabia o que era pior, se o ronco freqüente ou as rodadas barulhentas de truco que se seguiam até o raiar do dia.
Tamanho assombro e repulsa, a fez fugir demasiadamente das tais cartas barulhentas, pois ‘no fundo no fundo’, ela tinha a certeza de que o barulho saia das cartas. Claro, que sim, afirmava.

Débil de forças para relutar contra o nervosismo, fugiu. E essa fuga durou o quanto pôde! Até questionar-se sobre a sofreguidão inerente às inocentes cartas de baralho barulhentas que tanto a atormentava.

Tal fuga duraria aproximadamente 11 anos, quando, em algumas dessas idas às praças quase escuras e acompanhada por pessoas, no mínimo, peculiares, fez o ‘tento’ de tentar ‘trucar’.

E assim descobriu que as cartas não eram barulhentas, pelo menos a princípio, e que o jogo era feito de parceria, como em toda a vida. Que você depende do outro, seu parceiro, que às vezes pode te ajudar e outras vezes não, mas que sempre estará ali, para te apoiar nas melhores ou piores jogadas.

Descobriu que a meta é conquistar os pontos e chegar ao fim da rodada fazendo o máximo de barulho humanamente possível, festejando, como se deve festejar a vida. Nessas horas, em que vale tudo, você tira sarro da galera, blefa, truca com ‘bofera’, joga no escuro ou no claro, se diverte. Grita: - Arrasa! Te dedico! É a treva! Vem com tudo ou vem de nada! E assim segue, até o raiar do dia.

Quanto ao assombro inicial das tais cartas barulhentas? Sobre isso, ela conta que foi convertido em raros momentos de sublimação, que com seus detalhes, pessoas e dizeres são privilegiados.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

JUSTO A MIM ME COUBE SER EU!

Frase típica da inesquecível Mafalda, mas que cabe com certeza na vida desta que questiona-se o fato de "de fato" ser eu...
Afinal, por que "Justo A Mim Couber Ser Eu"!!!!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

“A verdadeira Legião Urbana são vocês”.

Legião Urbana - Pais e filhos // Porão do Rock // Brasília

http://www.youtube.com/watch?v=T8FRfcHbNe0


Meu primo foi... EU não! Lembro que aos 12 anos, a primeira que fui a Brasília, ele me contou sobre Renato e o Legião! E me disse que muito mais que Pais e Filhos havia outras músicas que eu precisa ouvir! Umas delas foi Metal contra as nuvens.
Sim a verdadeira legião somos nós!!!!



O texto a seguir é de Bruno Henrique Peres e está disponível no site
http://blog.poraodorock.com.br/2009/09/20/legiao-urbana-forca-sempre/#comments

Legião Urbana: Força Sempre

20 de Setembro de 2009 @ 23:33 | Sem Categoria

Pouco mais de meia hora depois de os Paralamas encerrarem umas das apresentações mais animadas do Palco Principal, um video com registros e depoimentos de Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Russo confirmava a atração surpresa do festival. Se houve dúvidas quanto às chances de a Legião Urbana se apresentar no Porão do Rock 2009, foi o próprio Renato Russo quem respondeu: “A verdadeira Legião Urbana são vocês”.

Dado e Bonfá abriram o show com Tempo Perdido, acompanhados no vocal por André Gonzáles, do Móveis Coloniais de Acaju. Sebastian Teysera, da uruguaia La Vela Puerca, interpretou Quase Sem Querer, seguido por Tony Platão (ex-Hojerizah), cantando Eu Sei. O público, visivelmente emocionado, aceitou o convite de Dado para cantar Pais e Filhos, cujo voz principal ficou a cargo de Bonfá. Os Paralamas Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone voltaram ao palco para cantar Ainda É Cedo, sendo responsabilizados pela existência da Legião Urbana, como fez questão de lembrar Dado.

O também uruguaio Juan Casanova interpretou Será, antes que Philippe Seabra fosse convidado para subir mais uma vez ao palco. Esquentando o público para Geração Coca-Cola, o plebeu rememorou o primeiro show da Legião Urbana, em Patos de Minas (MG), em 1982, quando todos foram presos. “Ali começava um novo capítulo na história da música popular brasileira”, lembrou. O encerramento com Que País É Este contou com os baixos de Mateo Moreno, também do Uruguai, e PJ, do Jota Quest, além dos vocais de Loro Jones, Philippe, André, Tony, Sebastián e Juan. Ao centro do palco, no microfone com a rosa branca, característico de Renato Russo, ninguém cantou.

Os músicos convidados têm uma ligação muito forte com a Legião Urbana e com Brasília, como justificaram Dado e Bonfá em entrevista coletiva após o show. Eles não descartaram a possibilidade de outros shows nesse mesmo formato para o próximo ano. “Ainda tem uma galera que pode cantar, então, pode dar certo”, resumiram.

Por Bruno Henrique Peres

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Patrick Swayze

(Divulgação)

Em continuidade às postagens dos meus filmes de infância, que nem por "reza braba" consigo achar para baixar e/ou comprar, e além do que a Sessão da Tarde não quer mais apresentar, resta-me ver imagens! E não por acaso, além de My Girl (Meu primeiro Amor), lembrei-me esses dias de Ghost e "praaaaaaaá". Hoje, ao acordar, resolvi assistir jornal e lá estava a chamada "Patrick Swayze morre nos EUA"!
Daí lembrei-me de quantas vezes, na adolescência/infância chorei ao som da trilha sonora do filme! Sam e Molly!
E sem falar das noites regadas aos flash back costumeiros e à reprise demasiada de Dirty Dancing! Dos passos, olhares e anseios de uma juventude típica! Acordei nesse terça com ânimos de luto e de saudosismo! Acordei nessa terça feira lembrando da infância da adolescência e das amizades da minha inicial maturidade!


"É incrível, Molly. O amor é dentro, você o leva com você." (fala de Sam (Patrick Swayze) em Ghost - Do outro lado da vida)


(Divulgação)

(Divulgação)
(Divulgação)

(Divulgação)

(Divulgação)

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

"Amigos, saudades de vocês!"

Email de um amigo
Também estou saudades do mar


"Estou de férias, não viajei, mas juro que despertou aquela saudade de vcs, pena que no Acre e em Rondonia não existe praia do mar.

...aquele fim de tarde, noite, madrugada e aquela manhã jamais serão esquecidas.
...me senti como uma criança, não conhecia o mar e pelo destino, descobri que havia mais duas amigas que compartilhavam as mesmas sensações...

abraços minhas lindas amigas, espero ve las novamente ainda esse ano!"


"Afeto frente ao mar"

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Benzinho, eu ando pirado

Não considerem a carência da letra, afinal, viver de bar em bar não quer dizer apenas fossa!
Pelo menos, nem todo mundo vira os bares só por causa de um dor de cotovelo. Concordam?!
Vamos os pontos em negrito!

Ponto Fraco (Cazuza e Frejat)


"Benzinho, eu ando pirado
Rodando de bar em bar
Jogando conversa fora
Só pra te ver
Passando, gingando
Me encarando
Me enchendo de esperança
Me maltratando a visão

Girando de mesa em mesa
Sorrindo pra qualquer um
Fazendo cara de fácil, é
Jogando duro
Com o coração, gracinha
Todo mundo tem um ponto fraco
Você é o meu, por que não?
Você é o meu, por que não?
"

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O velho índio

Navegando pela Internet (net), encontro o seguinte questionamento.
Pensei, pensei... Daí cansei de pensar!
Pensei mais uma vez e outra e outra!
Hesitei e por fim me convenci: O velho índio tem razão.

Eis o questionamento do velho índio, aos expor, certa vez, seus conflitos internos:

"Dentro de mim existem dois lobos, um deles é cruel e mau, o outro é muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando..." Quando então lhe perguntaram qual dos lobos ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu: "Aquele que eu alimentar". (Autor desconhecido)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

"Viva a sensação de borboletas no estômago, passarinhos na varanda, e os que amam ao seu redor!"


Ennayadsol

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Um desabafo

Hoje senti uma vontade de fugir dessa terra, sem dono e sem defensor, extinguir minhas dores, medos e revoltas... Ir para um tempo, um espaço em que houvesse apenas tempo e espaço para o sossego, paz, alegria...Um anseio paradoxo para começar uma semana, mas com certeza superável.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Oh Pai! Me diga uma coisa:
Por que o PT ajudou a encerrar o caso Sarney?
O partido quis preservar a aliança com o PMDB para 2010?
Mas por que?
E a sociedade?

Ajude-me a entender!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Lembrei-me dos cabelos assanhados, lisos e cacheados!
Lembrei-me da Tina Tuner, do A-ha e da Madona
Lembrei do carlton vermelho, da Boêmia e do suco de Caju.
Lembrei do bilhar, do bilhar e da Palmas Brasil
Lembrei do all star vermelho, do Arrezo Confort e da blusa listrada
Lembrei dos sete operadores "ops" anões, dos corredores e paredes de vidro e de Last night I dream of Saint Pedro.
Hum, lembrei de tanta coisa...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

O truco ou o truque!

Nas asas do passarim do jalapão

Se “a formiga que dói é jiquitaia, oh! menina
segura a saia”, como prosam e cantam
os catireiros, susseiros, poetas e compositores
do Tocantins. Quiçá saber que o nome do
estado, derivação da palavra tupi tucan-tim,
quer dizer “nariz de tucano, nariz comprido,
bicudo”. Nome de uma tribo indígena que teria
habitado a região junto à foz do rio, o qual
herdou o nome.

Confira matéria na integra na Revista Corrente Contínua

Endereço: http://www.eln.gov.br/opencms/export/sites/eletronorte/modulos/correnteContinua/arquivosCC/CC226Web.pdf

Página 31

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

- Poema de Florbela Espanca

Sei lá! Sei lá! Eu sei lá bem
Quem sou? um fogo-fátuo, uma miragem...
Sou um reflexo...um canto de paisagem
Ou apenas cenário! Um vaivém

Como a sorte: hoje aqui, depois além!
Sei lá quem sou?Sei lá! Sou a roupagem
De um doido que partiu numa romagem
E nunca mais voltou! Eu sei lá quem!...

Sou um verme que um dia quis ser astro...
Uma estátua truncada de alabastro...
Uma chaga sangrenta do Senhor...

Sei lá quem sou?! Sei lá! Cumprindo os fados,
Num mundo de maldades e pecados,
Sou mais um mau, sou mais um pecador...




Florbela Espanca

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo.


Fernando Pessoa

terça-feira, 21 de julho de 2009

férias

Jalapão - Palmas - Brejinho de Nazaré!

Já já to de volta...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Algumas palavras sobre Talese e Chico

Exclamou: Dos geminianos, só o Chico. Então, ela lembrou que esse era seu signo ascendente. Aquariana e ascendente em gêmeos, será se é boa pessoa.
Não sabia, se era outra coincidência, mas Talese é aquariano. Refletiu, deixou os acasos e continuou.

Talvez, não por acaso estivesse lendo "Tantas palavras". Descobriu o menino que adorava futebol de botão e para tal criara até um time: o Politheama! Apaixonado por futebol! Criador de cidades em que, inclusive acidentes geográficos, tinham nome e sobrenome! Ela conta que só não apreciava a escolha que ele fizera pra time do coração... Nada contra o fluminense, ela exclamava. E também, nada a favor.
Até Bob Marley bateu uma bolinha no Centro Recreativo Vinícius de Moraes, sede que Chico criara para o time Politheama. O poeta, artista, cancioneiro não respira mais a música de outrora! Segundo ele, a música ficou no passado, em outra época, na juventude de outro tempo. Agora, na fase madura de sua arte, dedica-se à literatura. E ao mais difícil dela, ao ensaio.

Realmente, deveria ter ido à FLIP... Além de Chico, que apresentou sua mais nova obra, Leite Derramado, estava na 7ª Festa Literária Internacional de Paraty, o pai do new journalism , Gay Talese!

O jornalista norte americano entrou para a história da Comunicação Social, ao incorporar no jornalismo características de literatura, com atenção aos detalhes na descrição de cenas, diálogos e ponto de vista dos personagens. Talese sempre acreditou na qualidade da construção jornalística e que a pressa e a rapidez exigida pelos meios pode sim prejudicar as reportagens. Convidado de honra da FLIP, o jornalista defende que as vezes notícias são muito óbvias e prefere as outras ramificações. Ao lado do inseparável chapéu, com seu terno completo e sua gravata amarela, Gay Talese contou que aprendeu com a mãe o faro jornalístico. Uma vendedora de vestidos, que tinha profundo interesse nas histórias de suas clientes e ensinou ao filho o princípio que guiou sua vida e carreira.


Realmente, perdemos. Tanto eu quanto a pequena! Tomara que no próximo ano o Chico lance mais um livro ou Talese resolva voltar ao Brasil. Como dizem - "sonha Alice"!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Minha Mãe Minha Heroína!

Literalmente, és minha heroína! De todos os adjetivos, sensações, aprendizados!
De toda força, exemplo! Em sua totalidade, és minha heroína!
Não são minhas as palavras a seguir! NO entanto, são balbuciadas em muitos e peculiares momentos...

Letra e Música: Lindomar Castilho


Parei por um instante e pensei
Chorei por que ela não estava aqui
Mas nesta hora ela pensa em mim eu sei
Saudades como eu deve sentir
O seu lenço tão molhado na partida
E o trem que se fazia tão veloz
E mesmo assim ainda ouvi a sua voz
Não esqueça desta que lhe deu a vida

Refrão
Minha mãe, minha heroína
Minha mãe, minha flor divina

Eu agradeço tanto a Deus por ter mamãe
Que muita gente tem mas não lhe da valor
Outros não têm e hoje choram seu amor
Por isso nunca vou cansar de agradecer
Existem tantas mães chorando desprezadas
Fizeram tanto, tanto e não pediram nada
Eu agradeço tanto a Deus por ter mamãe
A quero tanto e sem ela não sou nada

Refrão
Minha mãe, minha heroína
Minha mãe, minha flor divina

Falado:
Esta é a canção que eu fiz pra você mamãe
E nela quero simplesmente dizer do meu amor
Falar das suas lutas e sacrifícios
Lembrar-me da sua aflição quando eu me mostrava triste
E da sua alegria quando eu me mostrava feliz
Agora que o pincel do tempo tingiu seus cabelos de branco
Quando esta cabecinha tão alva, quanto a sua alma
Mostra o retrato de uma vida inteira de amor e dedicação
Venho pra falar de felicidade e gratidão
E prestando-lhe uma homenagem
Digo com toda sinceridade do fundo do coração (refrão)

domingo, 5 de julho de 2009

Na FLIP, Chico se eu tivesse lá!

Sim, meu (olha a intimidade) geminiano favorito... (SOL, vc tb, ok!). Se eu tivesse ido à FLIP, teria acampado na mesa 10 por mais de 10 dias, se necessário... Vê-lo passando assim... Ouvi-lo falando assim. Sobre o Leite Derramado, inspirações e transpirações.
Sim, Chico! Se tivesse ido à FLIP, com certeza vc não me escaparia...

:)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

:( Manchetes MJ

Ainda não consigo acreditar!Domingo passado, numa tentativa vã, pensava que seria capaz de fazer um de seus passos... Vi alguns clipes e balbuciei durante uma prova a única parte de Billie Jean que consigo cantar sem errar.

Durante a semana, ouvi alguns deboches e a minha intenção era de matar quem os proferia
NO entanto, fico observando o bombardeio da mídia, que tanto criticava e agredia... Escândalos e mais escândalos, manchetes e lucros para os famosos tablóides americanos e mundiais que hoje “choram” a perda e “louvam” a manchete.
Acho tamanha hipocrisia... Jamais vi o Jornal Nacional (não que me lembre) com uma entrevista ao vivo, com flashes de clipes e com troca de palavras. Não critico os apresentadores, pela angustia de um deles, as palavras trocadas e o atropelo, parecia realmente sentir a perda de uma geração (talvez da dele).
O que me enraivasse é a conjunto em si...
Talvez se nos anos anteriores as manchetes sobre o Michael fossem positivas tão quanto a maioria sobre a sua morte, talvez ele ainda estivesse entre nós. Nos últimos anos quase nunca se falava bem dele...

No entanto, os fãs do mundo todo, que nunca precisaram de manchetes e furos, conservaram o amor e o apreço, pelo ídolo e pela obra... Aliás, muito mais do que manchetes de jornais, que todo mundo via e lia e que consequentemente remetiam teorias tolas e vãs, os fãs tinham e tem a música, a dança, a letra... No quarto, na sala, sozinho ou com amigos, os fãs continuarão a riscar o chão, mexer o corpo, numa atitude humanamente impossível de tentar imitar o Rei do POP.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Joseph Jackson - MJ

Ele não apenas se despediu da vida para entrar na história, uma vez que já faz parte dela há tempos. Confirma-se e eterniza-se como o REI DO POP. Não uso aspas, pois elas poderiam ter inúmeras conotações. Uso caixa alta, destaque! REI DO POP - Título que há tempos simboliza para uma geração. Pena que não foi a minha! Pois essa teve resquício do artista. Sim um artista, no sentido literal da palavra. Não de 15 minutos de fama, 3 meses de BBB ou dois anos de um casamento milionário. Mais um artista de uma geração e décadas de sucesso. Despediu-se da vida, eterniza-se na história, e permanece em sua música, viva na boca, na mente, no corpo e nos passos (inconfundiveis) de milhões de pessoas, sejam fãs natos ou não.





Nipsey Russell, Michael Jackson (centro), and Diana Ross posam para foto


(Suzanne Vlamis/28.set.1977/AP)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

FENAJ orienta novos movimentos na luta em defesa do jornalismo de qualidade

(Depois falaremos sobre o assunto)

(Carta Aberta aos Presidentes e dirigentes dos Sindicatos de Jornalistas e aos Diretores da FENAJ e Membros da Comissão Nacional de Ética) -



Segue carta!



Em Defesa da Profissão 23/06/2009 | 20:37
FENAJ orienta novos movimentos na luta em defesa do jornalismo de qualidade

Nesta segunda-feira (22/6), o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, encaminhou, em nome da Executiva da Federação, documento aos dirigentes dos 31 sindicatos de jornalistas, diretoria da entidade e Comissão Nacional de Ética com orientações sobre procedimentos após a decisão do Supremo Tribunal Federal de extinguir a exigência do diploma para o exercício da profissão. O documento registra que a regulamentação profissional não foi totalmente derrubada, que o ensino de Jornalismo não foi extinto e que cabe ao Estado definir regras de concursos públicos para assessorias de imprensa.

No documento, Murillo informa que haverá reunião da FENAJ com seus sindicatos filiados no dia 17 de julho, em São Paulo, para avaliar a situação atual e definir ações conjuntas. Veja a íntegra do documento a seguir.

Carta Aberta aos Presidentes e dirigentes dos Sindicatos de Jornalistas
Aos Diretores da FENAJ e Membros da Comissão Nacional de Ética

Companheiros(as):

É natural a tristeza e o abatimento. Eu mesmo vi isso no espelho e nos rostos de vários de vocês naquela noite e no dia seguinte. Afinal, fomos violentados no que nos é mais caro: a dignidade. Fomos ultrajados e humilhados, em escala nacional. Apesar de toda indignação e sentimento de impotência, mais do que nunca é preciso seguir em frente. Temos a obrigação de não desistir, pela memória de gerações de jornalistas que nos antecederam e dedicaram vidas inteiras à construção de uma profissão e, principalmente, pelos milhares de estudantes de jornalismo em todo Brasil que estão, neste momento, com razão, muito mais assustados, perplexos e inseguros sobre seu futuro profissional.

Conscientes destes compromissos, a Executiva da FENAJ tomou várias ações e presta os seguintes esclarecimentos e orientações:

1. A Direção da FENAJ e os presidentes dos 31 Sindicatos filiados reúnem-se, em São Paulo, dia 17 de julho, para avaliar a situação e combinar ações conjuntas. A reunião antecede o Seminário dos Jornalistas sobre a Conferência Nacional de Comunicação, dias 18 e 19, também em São Paulo.

2. Embora seja necessária a publicação do acórdão, a Executiva da Federação já tomou as providências necessárias para apresentar embargos, se houver omissões e, principalmente, excessos.

3. O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou sem efeito legal somente o inciso V do artigo 4º do Decreto-Lei 972/69, que exigia a apresentação de diploma. Todos os demais artigos da regulamentação, apesar das declarações públicas do ministro presidente do STF, continuam em vigor.

4. Até novas orientações da FENAJ, os Sindicatos filiados devem manter rigorosamente os mesmos procedimentos na emissão de cédulas de identidade e sindicalização.

5. A FENAJ já solicitou audiência com o Ministro do Trabalho e Emprego para discutir as novas regras para registro profissional. Sugerimos que os Sindicatos procurem imediatamente as SRTs solicitando a suspensão imediata da emissão de novos registros, que não sejam de diplomados, até a edição de uma portaria normatizando o processo.

6. O ensino de jornalismo não foi extinto, embora tenha recebido um duro golpe. A decisão do STF aponta para a barbárie no mercado, e só a atuação firme dos Sindicatos e o ensino com formação qualificada poderão reverter esse quadro. A FENAJ continuará acompanhando o trabalho da Comissão de Especialistas que, neste momento dedica-se à elaboração de novas diretrizes curriculares.

7. Pisos salariais, a jornada de cinco horas, acordos e convenções coletivas não foram, embora as empresas sonhem com isso, objeto de discussão nesse julgamento. FENAJ e Sindicatos devem continuar denunciando e resistindo a todas as iniciativas de precarização e arrocho salarial da categoria.

8. Também não se alteram as regras de concursos públicos para assessoria de imprensa. O Estado tem a competência para definir as qualificações necessárias para as carreiras públicas. Se quiser, inclusive, além da graduação, pode exigir especializações, mestrados e doutorados.

9. A FENAJ está recebendo diversas manifestações de solidariedades de parlamentares de vários partidos políticos. Vamos propor a criação de uma Frente Parlamentar suprapartidária de defesa do Jornalismo e dos jornalistas e encontrar, no Congresso Nacional, o espaço adequado e usurpado pelo STF, a solução institucional para garantir direitos da nossa categoria.

10. Devemos todos, profissionais e estudantes, seguir protestando de todas as formas e em todos os momentos. É fundamental buscar o apoio de movimentos sociais, entidades como a ABI e OAB, políticos e, até mesmo, setores do judiciário inconformados com essa violência contra os jornalistas e a democracia.

11. Devemos também manter o alerta para a ameaça que o presidente do STF tem insistido em fazer contra regulamentações profissionais de outras categorias e, por tabela, contra a própria educação superior do país.

12. Por último, é muito importante denunciar o descaso e a irresponsabilidade do ministro presidente do STF, mas não podemos jamais esquecer que os principais responsáveis por essa agressão são os poderosos donos da mídia da Folha de S. Paulo, da Globo, do Estadão, da Veja, do Liberal, do Diário do Nordeste, da RBS...

É claro que a intenção do baronato da mídia e de seus aliados no STF é nos tornar menores. Mas vamos, juntos, provar que sairemos maiores dessa crise. Se alguns resistem com a proteção natural do couro de crocodilo, vamos mostrar que nossa couraça é de aço, forjada na luta.

Fomos provocados e desafiados. Não temos, agora, o direito à dúvida e à hesitação. Somente os que têm a ousadia de lutar, conquistam o supremo direito de vencer. Como na letra da canção, lembro que "se muito vale o já feito, mais vale o que será."

Queridos e queridas companheiros e companheiras,

Mais uma vez, vamos à luta!
Sérgio Murillo de Andrade
Presidente, com muito orgulho, da FENAJ

Estou em dias de Legião!

"E o teu medo de ter medo de ter medo. Não faz da minha força confusão"

terça-feira, 23 de junho de 2009

um medo do medo

Sair de casa depois das 18h? Nem pensar! Talvez com escolta, blindagem e fé!
Exagero?! Talvez! Precaução? Sim, também! Na sua totalidade, tem-se o medo!
Até acontecer, tudo era normal! Jamais esperava que acontecesse! Mas depois que acontece, parece que todos são suspeitos, qualquer transeunte faz lembrar! Lembra o medo de outrora, que no vai e vem diário parece repetir-se.
Tem coisas que é preciso esquecer, outras não aconselharia, aliás, quando se lembra, se evita...

Sim, esses dias tem sido terríveis... Tem sorrido bastante, mas um sorriso forjado.. Sorriso de medo! Espera superar o susto, para isso tem Fé em Deus e acredita que tudo ficará bem!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

"Se eu pudesse deixar algum presente a você,
deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo
a resposta e a força para encontrar a saída".
Mahatma Gandhi

Ler, receber, refletir!
Sinceramente adorei!

Parabéns

Pensou em mandar uma lembrança, não deu tempo, porém não descartou a hipótese.
Atrasado quem sabe! Aliás, quem se importa com o tempo!
Paçoca?! De carne seca!? Seria ou não seria uma boa!
Biscoito amor perfeito?! Relíquia de Natividade?!
Haste de Capim Dourado?! O Ouro que brota no cerrado!
Tinha que ser alguma coisa do Tocantins!
Pensou em tanta coisa! Porém, pede longínquas desculpas. Se fosse por merecimento, enviaria VIA SEDEX o Jalapão inteiro?! Rsrs. Que hipérbole, não é! No entanto, por merecimento valeria muito mais.
Mas em tão peculiar amizade, o céu é o limite... Não é!
Tão distante! Raros têm sido os contatos, mas não nulos. Esporádicos, mas não efêmeros. Diria contínuo. Vez ou outra, sempre está lá!
O que desejar nesse dia amigo? Perguntou-se?!
Saúde? Paz? Amor? Felicidade? Amizade? Sucesso? Infinita Alegria?! Já que o exagero é sua marca, desejou tudo isso e mais um pouco.
Do tipo “tudo de mais maravilhoso que a vida possa te oferecer e que você possa se oferecer”.
Trilhas, praia, amigos, amores, família, cachoeiras, dunas, serras, aventuras e tranqüilidade... Ah e trabalho também! (afinal como pagar isso tudo?)
Fica o sincero abraço, a peculiar amizade e todo o carinho!


Parabéns *SOL

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Gêmeos!

Uma aquariana, que se suporta, por exímio reconhecimento. Aliás, esses seres são difíceis e de extremos! Como costumam dizer aqueles que convivem: "ou te amam ou te odeiam".
Realmente, os libertários, sonhadores, revolucionários, impregnados de ideologias até não querer mais, despertam amores e ódios como ninguém... Dizem que "o mal é bom e o bem cruel". Dizem, acho que não, nesse caso, reproduzem Caetano. Inventam lugares como ninguém! Desses aquarianos pouco tenho a dizer do muito que ainda não entendi! Das inseguranças e seguranças contínuas, querem, diariamente, mudar o mundo!
Mas dos geminianos, socorro! Desses, só casaria com o Chico (Carioca, Julinho Adelaide, o cara da Politheama), por causa dele, não eliminou os nativos!

Mas em raros e únicos casos, tem sido excelentes amigos. Caso do “SOLuço”,do futuro doutor! Que tem valido a pena! Em peculiar amizade e relação. Vamos descobrir o ascendente!

Mas dos demais, socorram-na. Pois mais difíceis do que eles não existe.
Com o Chico casaria, mesmo que por um dia! Mas se ele quisesse por mais tempo! Já ta ficando até platônico.

Aliás, que créditos dar a signos, astrais, mapas, ascendentes? Cada um a sua maneira, não é?!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Os acasos, os hidrantes e o sorriso!

Disse que queria conhecer os quatro cantos do mundo! Um tanto de exagero! Confessa!
No entanto, afirma, que muitos desses quatro cantos do mundo já visitou, pelo menos uma vez. Contudo, não precisou de mochilas, estradas, rotas aéreas, trens, passagens, passaporte, visto. A pequena utilizou apenas uma autorização, a do pensamento! Como disse um amigo: “é preciso que as coisas aconteçam primeiro aqui, na cabeça”.
Se for assim, querido, pode ter certeza, que muitas delas já aconteceram.
Tem apreciado, esses dias, o acaso e como ele pode ser recheado de bons momentos!
Eis que ele – o acaso – é considerado por muitos como o pai da felicidade!
Ao contrário da expectativa – que muitas vezes corrói e asfixia – e que pode ser a mãe da decepção.
Enquanto isso, viva às surpresas, cantos, encantos, olhares, pessoas e até livros. Que dirá “Chatô”, sim aquele, o famoso “Rei do Brasil”. Um nato empreendedor! Sim, leu! Agora, você está lendo! Existem outras que se precisa ler, como há a necessidade de “comer feijão” (sik, rs)
Dos acasos, lembrou-se ainda de Clarice, de seu olhar, aquele: “de desprezo e de apreço” – únicos e indecifráveis. De Clarice, com certeza, falaria o dia todo e também de Julinho da Adelaide (Chico Buarque do Brasil e Meus olhos – esse, apenas para os íntimos).
Se os olhos da pequena lembram o da Ucraniana, existe quem defenda e quem critica.
Como disse, talvez não seja uma boa ter semelhanças com a escritora!
Lembrou-se da praia, dos banquinhos, dos hidrantes – aqueles de desenho animado, que sempre pensou que fossem “banheiro” de cachorros – dos salva-vidas de filme americano.
Ufa! Pensou em tanta coisa!
Lembra-se, porém, que sorriu!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dos morenos e morenas tropicanas

Só de ouvir, hum, já dava água na boca. Já destacava que não era relato apaixonado, pelo menos, não em sua totalidade. Que dirá, ou quem nunca disse, dos morenos e morenas tropicanas, isso para não atentar apenas ao gênero, mas à sutileza e beleza da cor.

Sem falar da manga rosa, que quando a encontro assim legítima, sem mediações, lá no pé, ainda intacta, além do gosto e do sumo, quase a levo na totalidade ao estômago. (que exagero, eu sei e ela sabe)

Lindos: morenos e morenas - fruta de vez temporana

Ainda mais que ouvi não menos que Elba, Alceu e Zé!

Festivais da atualidade

A Bravo! do mês MAIO tem uma matéria sobre a Nova Era dos Festivais de Música Popular Brasileira, que ao contrário dos festivais das décadas passadas, não possuem caráter competitivo, e sim expositivo, são praticamente ignorado pela TV, mas já arrastaram um público estimado em 250 mil pessoas por ano. Sem falar em alguns nomes descobertos nestes festivais, tais como: Chico Science e Mundo Livre S/A, Mombojó e Los Hermanos.

Na mesma reportagem, José Flávio Júnior (repórter) destaca o PMW Rock Festival (Festival que acontece em junho, em Palmas) entre os cinco festivais mais promissores da atualidade.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

mais uma vez - distante daqui

Sim, distante! Longe dos textos, das construções, dos saberes cotidianos!
Em breve, retorno! Bem, espero!
Sem atualizações, inspirações! Vaga, vazia!
Como disse um amigo: "Já já estou de volta!"
Sim, espero!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Viva la vida (Coldplay)

I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own

I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt, pillars of sand

I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can not explain
Once you know there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
(Ohhh)

It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in.
Shattered windows and the sound of drums
People could not believe what I'd become
Revolutionaries Wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

segunda-feira, 27 de abril de 2009

FAMILY

Os tais e-mails de corrente? Quem nunca os recebeu?!
As vezes, confessa, apaga sem ler!
Em outras, lê! Na maioria das vezes irrita-se, em algumas outras até que gosta das mensagens!

O de hoje falava sobre a família!
Em suas rimas e mímicas, uma brincadeira com letras da palavra "family" chamaram a atenção!

Eis:

FAMILY or

Father
And
Mother
I
Love
You

(neste caso, mother)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Uma frase para todos os dias!

Nas nossas democracias a ânsia da maioria dos mortais é alcançar em sete linhas o louvor do jornal. Para se conquistarem essas sete linhas benditas, os homens praticam todas as ações - mesmo as boas.

Eça de Queiroz

Janelas!

Ao abrir as tais janelas, de olhos abertos, quem diria, arregalados:
Viu-se os azulejos, em detalhes, encantadores!
As ruas estreitas e suas estreitas ruas!
E no centro tantas histórias, nossas histórias, suas histórias!
Por elas, viu-se o mar, as ondas pacatas, traiçoeiras, em suma, paradoxais!
Visão de amigos, deslumbrados, por verem o mundo, no mar, no infinito.
Viu-se tudo isso também, na imensidão das nuvens!
No tal do Reggae que não se ouvira, mas há quem diga que seja: Ilha do Reggae, dos amores, da Rebeldia!
Dos adjetivos em que alguns pode-se ainda acrescentar, se permitirem: Ilha da Amizade, contestáveis e incontestáveis.
Das pessoas mansas, no falar, no agir, no sonhar.
Ao abri-las, viu-se assim, em todos os detalhes, europeus e brasilidades, a São Luís, do José, do Messias, da Nila e até do estrangeiro Bevery Hills!




E se me permitirem, de carona, lembro-me que "o que vai ficar na fotografia, são os laços invisíveis que havia, as cores, figuras, motivos.O sol passando sobre os amigos. Histórias, bebidas, sorrisos. E afeto em frente ao mar".

Imagem - Um registro de Teresa Felix

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Amigo, bom fim de semana prolongado!

Como dizia Victor Hugo, “há pensamentos que são orações. Há momentos nos quais, seja qual for a posição do corpo, a alma está de joelhos”, assim, cultive sempre os pensamentos em forma de oração, lembre-se das maravilhas divinas ao acaso, pois não por acaso que o Pai jamais se esquece de você. Creia, acredite, confiei. Não somos perfeitos, aliás, são com nossas imperfeições que a cada dia nos aperfeiçoamos. Que tal uma distração: Show de forró pode ser uma dica, eu vou optar por ver Watchmen hoje, terminar de ler a Bravo! desse mês (afinal que reportagem é aquela, sobre Caetano e Chico, novo post) e visitar a mamãe no fim de semana (mais de um mês que não a vejo) ! E não se esqueça: “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O taxista, o rio e Copacabana!

Não sabe, por assim dizer, como coisas desse jeito acontecem com ela. Questiona-se! Pergunta-se! Contudo, infelizmente ou felizmente não encontra resposta! E desse jeito, vai-se, levando a vida, sem medo! Arriscando-se, arrependendo-se, vivendo!
O Rio não estava com os seus 40°, aliás, ainda bem que usava um casaco de linha marrom escuro, lenço, cabelos soltos. Pela primeira vez ali, a sensação que tivera fora que - sua câmera estava sem pilhas - patético, afinal, do que adiantaria estar no Rio sem pilhas para fotografar. No entanto, conformou-se! Era impossível chegar à "Princesinha do Mar", tinha apenas as duas horas e meia de sua conexão, só mesmo um milagre. Contentou-se, a princípio com algumas miniaturas de embarcações que vira mais adiante. Sentou por ali mesmo, no saguão do aeroporto, no chão, próximo a uma coluna onde havia uma tomada. Colocou as pilhas para carregar (pilhas em digital, ninguém merece) ao menos um "tiquinho" para fotografar a exposição. Ao chegar mais perto da exposição trocou algumas palavras com um homem que por ali estava. Conversaram um pouco, até que disse ao moço "como seria feliz se conhecesse Copacabana". Imediatamente o moço questionou e convidou: - Quer conhecer Copacabana, levo você lá! Perguntou se daria tempo! - Claro que sim, respondeu. Arriscou, aliás, não poderia perder essa oportunidade. E foram. “ELA”, o taxista e o Rio. Viu um pouco do Rio de dentro do táxi, estava tão perto, ao mesmo tempo tão longe.

Complexo do Alemão, Pão de Açucar, Corcovado, Igreja da Penha, Maracanã, Palácio do Catete e Guanabara, Teatro Municipal, Igreja da Candelária, Baia de Guanabara, Praia do Flamengo, Bairro das Laranjeiras (que satisfeito sorri quando chego ali) entre outros pontos. Só conseguia fotografar placas (conseguiu comprar pilhas no Bairro das Laranjeiras)

Enfim, em Copacabana! Que efêmera passagem, um pé lá e outro cá, por sorte, a sertaneja deslumbrada não teria uma "hora da estrela", contudo não se lembrava da marca do carro. Por pouco e ainda intacta, viu a praia, a Princesinha do Mar. Tirou uma foto e pronto. Tinha que voltar. Já estava no famoso dead line, como dizem os jornalistas. E seguiu, no caminho de volta. Que taxista gente boa, guarda consigo e tem rezado por ele! E seguiu, de caminho de volta. Que taxista gente boa! Quem poderia imaginar que foi assim a rápida ida ao Rio de Janeiro.