quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Cheguei a conclusão de que "quero alguém para ser livre ao meu lado"...

sábado, 22 de setembro de 2012

O Gtalk

O Gtalk é massa. É uma ferramenta poderosa de comunicação, mas rouba um pouco o charme dos emails, né? Mas, a vida é assim. O progresso chega e vamos nos adaptando. O Gtalk rouba o charme dos emails, que rouba o charme das cartas que hj, em sua grande maioria, são digitadas em um PC e corrigidas por um software qualquer. Mas antes eram escritas a mão e por muitas vezes vinham acompanhadas de alguma lágrima que escapava e pingava ali, afinal, não dava pra imprimir outra folha cada vez que uma lágrima pulasse dos olhos para o papel. Na verdade, tudo isso é um paliativo, um aperitivo, uma entradinha de um encontro cara-cara. O encontro presencial, com seus cheiros, sabores e tatos que só um desses proporcionam é muito melhor. E é um desse tipo que eu sinto falta agora. 

Outros Autores

Sorri - Mohamed Pineschi

me bateu a solidão
dei-lhe a mão
e fui feliz
só não sei pq
bateu no peito 
daquele jeito
uma saudade de vc
sorri com medo de morrer
sorri pra n chorar
sorri.

Mohamed Pineschi

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

"SILÊNCIO" Por Hugo Garcia


Acordo pela manhã e consigo ver o horizonte, o céu chorando lágrimas de sangue. Hoje teria algum significado se acordássemos sem nos mutilar, pois a sociedade nos constrói homens fardados a marchar como escravos mecanizados. A memória é colocada em nossas mentes para que chegue ao final de cada dia, nos sentamos em uma escada sozinhos acendemos um cigarro e enxergamos o tempo passar e a fumaça nos matar a cada tragada.
Os mundos cujo tentam ostentar verdades com mentiras, se afirmam coisas sem base e movimentos que fazem nosso mundo girar. Cantaríamos até mesmo debaixo de chuvas e trovões choraríamos por mortes de crianças e floretas que foram devastadas.
O mundo se vinga com suas forças e desejos de raiva e opressão e chora novamente lágrimas de sangue por desejos de vingança contra a raça humana.
É fácil perceber a tristeza da mãe natureza se revelando contra o homem, já que ela crava unhas e dentes contra nós que somos seus filhos porque traímos a nossa mãe. Tentaríamos fazer questionamentos para coisas que não temos respostas, imaginaríamos um mundo sem dor, racismo, violência, medo e miséria então fechem os nossos olhos e façam um minuto de silêncio pelos nossos desejos.

Hugo Garcia

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Talvez


"Acontece que você é uma mulher forte, e se esforça pra passar uma imagem ainda mais forte do que você já é. Por isso as pessoas às vezes esquecem que você, no fundo, é apenas uma menina, como qualquer outra. Apenas uma pequena"

Outras Opiniões

 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Procura-se um amigo para a vida toda


Das teorias e músicas quase forjadas


Música é tipo assim meu ponto fraco! Escritas, nem se fala! Meu ouvido é meu guia e meu desertor, culpado! No entanto, digamos que, graças a Deus meu ouvido é apurado, porque fora isso, não me foi dado dom sequer além de apreciar a música. Não sei tocar nenhum instrumento e nem me arrisco em soltar a voz. Claro que os momentos nos karaokês da vida não entram nessa conta. 

Gosto dos mistérios das músicas (estou a cá falando de música, música)... Suas entrelinhas, aquilo que toca a gente de um jeito que só a gente sente e só a gente sabe como é!

Por isso, como não vivo de músicas, resta-me viver de teorias. Nossas teorias, às vezes ou quase sempre forjadas, nos ajudam na tentativa de nos convencer que estamos acima delas. Como se o problema nunca batesse a nossa porta. Doce ilusão a nossa! E assim, usamos o método da repetição para que tal fato seja assimilado como verdade... Tipo, você repete a canção mil vezes até aprender a letra. The last time I saw Richard não aprendi até hoje e olha que faz tempo. 

E por ai vamos tentando tentar... No entanto, a fuga covarde de não tentar jamais teria sido a melhor saída... Afinal, com as nossas teorias nos acertamos depois. Bom foi viver o agora, errar a música, cantar a letra, saborear, desejar, sentir, anyway. Bom foi a oportunidade.
De qualquer forma, solte som, ouça música, delicie-se!

Escrevendo escondido no sábado



O ponteiro circulando
Passam horas, passam dias
O peito aperta, os olhos dispersam
Cenas povoam a mente
Vezes em forma de filme,
Outras em fotografias

Dá-lhe infusão de sentimento
Suave e intenso
Como numa sinfonia
Ora tranqüilo, sereno



A vida é assim
O tempo às vezes ajuda
Ou atrapalha e vira agonia
Só conhecemos o doce
Quando provamos o amargo
E a prática é bem mais difícil que a teoria


Por X.O

"Coisas como as cartas trocadas"

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

E quando não há culpados?

Quis escrever um romance há um tempo atrás, há muito atrás eu diria. Do mesmo jeito que quis dizer coisas, visitar pessoas, conhecer lugar, quis isso, há muito tempo atrás. Mas continuo querendo, inclusive escrever o romance. E assim, sigo o conselho de Mário de Andrade, e vou deixando o tempo para trás e tentando me dedicar às jabuticabas que ainda estão no cesto, ah, e usando muito gerúndio também, afinal, faz parte.
Quis voos altos e ainda os quero. Falta-me coragem! Ou talvez a certeza. No entanto, ultimamente não me nego os voos desde que o pouso seja certo, ou pelo menos que eu faça de conta que seja certo.
Seria como tirar os pés do chão e ficar na pontinha dos pés... Arriscando com cautela.
O ruim disso tudo é saber que na real é complicado se arriscar. Na real é complicado lidar com seus fantasmas, com seus defeitos. Na real, ser real, humano, é inegavelmente complicado. Isso porque na condição de ser humano a gente complica tudo mesmo, faz parte.
Vou sendo assim do jeito que dá! Desejando coisas que a vida talvez não possa me dar mais. Ou talvez até posso só que de outro jeito. Quem sabe?! Ela talvez!
Por isso, sigo praticando aquele exercício do filme (a pequena e sua mania de filmes)... Quando sinto saudades, envio amor e luz, e esqueço! Ou pelo menos tento esquecer...
Mas nessa rota sem rota, nessa estrada sem caminho certo, pedras se esbarram, se topam, se tocam, sem qualquer planejamento! De quem é culpa? De ninguém... Não há culpados! Do mesmo que não há culpados, é preferível que não haja dor, porque senão em quem se colocaria a culpa... Por isso, na dúvida, ou na certeza de eximir-se, o melhor mesmo é não eleger culpados.
E assim desse jeito assim, vive-se, ou na maioria das vezes, tenta-se...
No caso da pequena, ela tem tentando, e conseguido, na maioria das vezes.